Em maio de 2026, o HCTR11 distribuiu R$ 0,26 por cota, com dividend yield mensal de 1,55% e anualizado de 20,24% sobre a cota a mercado de R$ 16,80. No mês anterior, a distribuição foi a mesma, mas o yield mensal ficou em 1,39% com cota de R$ 18,67.
O patrimônio líquido do fundo recuou para R$ 2.216.689.881, contra R$ 2.222.676.492 em abril, e o número de cotistas diminuiu de 125.959 para 123.678. A cota a mercado também caiu de R$ 18,67 para R$ 16,80.
O gestor aprovou carência de juros e amortização no CRI Pride até agosto de 2026. Além disso, foi feito um aporte de R$ 0,5 milhão no HCST11 para despesas do empreendimento H.I. Pinheiros. A gestora continua na cobrança de ativos inadimplentes e no monitoramento de waivers, sem outras alterações mencionadas.
A composição da carteira ficou em 87% CRIs, 9% FIIs e 4% caixa. No mês anterior era 91% CRIs, 9% FIIs e 1% caixa. Entre os CRIs, o percentual em dia caiu de 15% para 10%, o em carência subiu de 47% para 55% e o inadimplente passou de 37% para 35%.
O resultado caixa por cota foi de R$ 0,28 em maio, próximo aos R$ 0,27 de abril. O acumulado de distribuições nos últimos 12 meses mantém o yield anualizado em torno de 3,1% em maio, levemente abaixo dos 3,2% de abril.
A rentabilidade da cota patrimonial mais distribuições acumulada segue em 88,2%, mesma marca do relatório anterior. A duration média da carteira de CRIs permaneceu em 2,7 anos e a taxa média em inflação mais 11,30%.