O relatório de julho de 2026 do HCRI11 repete as informações já apresentadas no mês anterior, sem novas decisões ou novos eventos. A nota da administradora mantém o comunicado sobre o acordo celebrado com a locatária Rede DOr para encerramento das ações judiciais e o novo contrato de locação, com aluguel mensal de R$ 468.966,67 a partir de outubro de 2025 mais a parcela mensal do acordo de R$ 55.309,59 corrigida pelo IPCA por 15 anos, totalizando R$ 524.276,26 por mês com prazo de 30 anos a partir de outubro de 2025.
A ocupação do HCRI11 segue em 100%, com locatário único Rede DOR São Luiz Unidade Jabaquara. O contrato tem vencimento em outubro de 2055 e sem possibilidade de revisão nos primeiros 9 anos. O reajuste de 100% da carteira segue previsto para outubro e indexado ao IPCA.
Na demonstração de resultados, a receita de propriedades para investimento do HCRI11 ficou estável em R$ 524.276 pelo sétimo mês seguido entre janeiro e julho de 2026. As outras receitas financeiras passaram de R$ 20.272 em junho para R$ 18.282 em julho, enquanto as despesas operacionais passaram de R$ 25.088 para R$ 26.015. Com isso o resultado líquido foi de R$ 516.543 em julho contra R$ 519.460 em junho, e o lucro ajustado por cota foi de R$ 2,58 contra R$ 2,59 no mês anterior.
A distribuição referente à competência de julho do HCRI11, com data base em 13/08/2026 e pagamento em 20/08/2026, foi de R$ 2,55 por cota, abaixo dos R$ 2,67 distribuídos na competência de junho. No mercado secundário, a cotação de fechamento do HCRI11 ficou praticamente estável em R$ 258,10 em julho contra R$ 258,00 em junho, mas com menor movimentação, com 2.705 cotas negociadas e volume de R$ 712.985,02 em julho contra 3.308 cotas e R$ 886.897 em junho. O número de cotistas subiu de 2.999 para 3.015. O patrimônio líquido informado passou de R$ 57.163.712,45 em junho para R$ 65.911.717,51 em julho, com o valor patrimonial por cota passando de R$ 285,81 para R$ 329,55.