As demonstrações financeiras do HABT11 em 31 de dezembro de 2025, auditadas pela PwC sem ressalvas, mostram um patrimônio líquido de R$ 773,5 milhões, ante R$ 760 milhões em 2024. O ativo total chegou a R$ 782,2 milhões, com destaque para certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) de R$ 671 milhões (87% do PL), pulverizados em emissores como Virgo, Opea e Habitasec, e cotas de FIIs como RBRY11, VHGF11 e OPI de R$ 78,7 milhões (10% do PL). Caixa e equivalentes somaram R$ 11 milhões, enquanto o passivo circulante foi de R$ 8,7 milhões, principalmente dividendos a pagar.
No exercício, o HABT11 registrou receitas de R$ 124,1 milhões, impulsionadas por resultados com CRIs (R$ 116,1 milhões) e cotas de FIIs (R$ 5,1 milhões), menos despesas de R$ 8,7 milhões (gestão, administração e serviços). O lucro líquido foi de R$ 115,4 milhões (R$ 14,20 por cota), contra R$ 58,5 milhões (R$ 7,20 por cota) em 2024. O fluxo de caixa operacional gerou R$ 95,2 milhões, com dividendos pagos de R$ 102,5 milhões, superando 95% dos lucros auferidos (distribuição de R$ 101,8 milhões).
O valor da cota patrimonial subiu para R$ 95,18, com rentabilidade anual de 1,78%. A carteira foca em CRIs com garantias como alienação fiduciária e fiança, indexados a IPCA, CDI e IGPM, e sem operações com derivativos. Eventos subsequentes incluem troca de administradora para XP Investimentos em janeiro de 2026 e ajustes em taxas.