O relatório é referente ao fundo imobiliário HABT11, de gestão ativa com foco em recebíveis imobiliários pulverizados, e se refere ao mês de abril de 2025.
O fundo distribuiu R$ 1,15 por cota, o que corresponde a um *yield* mensal de 1,39% e um *yield* anualizado de 21,40%, já considerando o *gross-up* de 15% de impostos. Nos últimos 12 meses, o fundo distribuiu R$ 12,30 por cota.
Em abril, o fundo alocou R$ 26,13MM em novas operações e tranches futuras de CRIs, e vendeu R$ 15,42MM em CRIs.
O fundo investiu R$ 10,11MM no CRI GAV Gran Garden, tranche adicional lastreada em recebíveis do Gran Garden Resort em Gramado-RS e R$ 16,02MM no CRI Gran Paradiso, operação estruturada no empreendimento Gran Paradiso em Campos do Jordão-SP.
O fundo vendeu R$ 14,82MM do CRI Cumaru SP Golf, devido à performance abaixo do esperado, que levou o investidor da série subordinada a comprar a totalidade da dívida e vendeu R$ 0,25MM do CRI Natural Ville, que apresentava desempenho insatisfatório.
Ao final de abril, a alocação do patrimônio líquido estava distribuída da seguinte forma: 92,46% em CRIs, 4,52% em FIIs e 4,10% em caixa.
No cenário macro, o gestor destaca que o Copom elevou a taxa Selic para 14,75% a.a. e que o mercado de fundos imobiliários continuou sua recuperação, com o IFIX rendendo 3,0% no mês e acumulando alta de 9,5% em 2025. A equipe de gestão mantém a confiança na alocação em ativos indexados à inflação e no gerenciamento de caixa do fundo.
Em relação à estratégia do fundo, o objetivo é manter a alocação em liquidez inferior a 10% do patrimônio. A estratégia principal é alocar em CRIs com risco pulverizado.
Uma nova formatação foi adotada para a Demonstração do Resultado do Exercício, consolidando as principais fontes de resultados e detalhando as despesas variáveis do fundo.
Em comparação com março de 2025, houve um aumento na distribuição por cota (de R$ 1,00 para R$ 1,15) e no *yield* mensal (de 1,21% para 1,39%). A alocação em CRIs aumentou marginalmente (de 92,10% para 92,46%), enquanto a alocação em FIIs diminuiu (de 4,59% para 4,52%) e a alocação em caixa aumentou (de 3,31% para 4,10%).
Comparando com fevereiro de 2025, houve aumento na distribuição por cota (de R$ 1,08 para R$ 1,15) e no *yield* mensal (de 1,40% para 1,39%). A alocação em CRIs diminuiu (de 92,96% para 92,46%), enquanto a alocação em caixa aumentou (de 2,7% para 4,1%).
Em relação a janeiro de 2025, houve aumento na distribuição por cota (de R$ 1,10 para R$ 1,15) e diminuição no *yield* mensal (de 1,53% para 1,39%). A alocação em CRIs aumentou (de 89,7% para 92,46%), enquanto a alocação em caixa diminuiu (de 6,1% para 4,1%).