No relatório de fevereiro de 2026 do GTWR11, o resultado recorrente foi de R$ 10.771 mil ou R$ 0,90 por cota, com receitas de aluguel estáveis em R$ 10.989 mil, ligeiramente abaixo dos R$ 10.990 mil de janeiro. As despesas subiram para R$ 130 mil, impulsionadas por custo de ocupação de R$ 112 mil, ausente no mês anterior, enquanto despesas administrativas foram R$ 18 mil. A distribuição permaneceu em R$ 0,90 por cota, reduzindo o saldo de rendimentos não distribuídos para R$ 0,19 por cota.
A rentabilidade mensal do GTWR11 alcançou 3,4%, acima dos 2,3% de janeiro e superior aos 1,3% do IFIX no período, com acumulado em 12 meses em 46,1%, ante 39,0% no relatório anterior. A cota de fechamento subiu para R$ 85,94 de R$ 83,99, elevando o P/VP para 0,85 de 0,83, e o valor de mercado para R$ 1,03 bilhão.
A liquidez média diária caiu para R$ 0,82 milhão, uma redução de 3,9% em relação aos R$ 0,86 milhão de janeiro, com número de negócios em 19.055, menor que os 28.087 do mês anterior, e cotistas em 33.843, estável ante 33.839.
No portfólio, o patrimônio líquido ficou em R$ 1,22 bilhão, com R$ 1,19 bilhão em imóveis, caixa de R$ 24,9 milhões (ligeira queda de R$ 25 milhões) e sem alavancagem ou obrigações futuras. A ocupação permaneceu em 100%, com aluguel médio por m² em R$ 171, acima dos R$ 169,1 de janeiro. Contratos de locação seguem com 100% vencendo em 2028, reajuste em novembro e indexados ao IGP-M, sem alterações.
O gestor destaca a manutenção de distribuições estáveis em R$ 0,90 por cota, usando saldos acumulados para previsibilidade, com dividend yield anualizado em 12,57%, ante 12,86% em janeiro.