No relatório de abril de 2026 do GTWR11, o resultado recorrente foi de R$ 10.838 mil, ou R$ 0,90 por cota, superior aos R$ 10.378 mil, ou R$ 0,86 por cota, de março. A distribuição permaneceu em R$ 0,90 por cota em ambos os meses, com saldo não distribuído estável em R$ 0,15 por cota. Receitas de aluguel se mantiveram em R$ 10.989 mil, enquanto despesas caíram para R$ 73 mil contra R$ 448 mil no mês anterior, devido a ajustes em despesas administrativas.
A rentabilidade mensal do GTWR11 foi de 2,4%, acima dos 1,5% do IFIX, contra 1,0% do fundo e -1,1% do IFIX em março. Nos 12 meses, acumula 39,4%, ante 38,6% no relatório anterior e 15,2% do IFIX.
A cota de fechamento subiu para R$ 87,04 de R$ 85,87, elevando o P/VP para 0,86 de 0,85, com valor patrimonial estável em R$ 101,40. O volume médio diário negociado aumentou 10,2% para R$ 0,69 milhão, revertendo a queda de 24,4% vista em março versus fevereiro. Número de cotistas caiu ligeiramente para 33.634 de 33.809.
O portfólio segue com um imóvel, vacância física de 0,0%, ABL de 64.461 m² e caixa de R$ 24,6 milhões, contra R$ 24,5 milhões em março, sem alavancagem ou obrigações futuras. Ocupação em 100% e aluguel médio de R$ 170/m², estáveis desde dezembro de 2025.
Contratos de locação inalterados, com 100% vencendo em 2028, reajuste em novembro e correção por IGP-M. Patrimônio líquido médio dos últimos 12 meses em R$ 1,20 bilhão.