No relatório de junho de 2026 do GTWR11 o resultado gerado ficou em R$ 0,89 por cota e a distribuição manteve-se em R$ 0,90 por cota, com saldo acumulado de rendimentos não distribuídos em R$ 0,13 por cota. Em maio de 2026 esse resultado também foi R$ 0,89 por cota e o saldo era de R$ 0,14 por cota. O dividend yield anualizado subiu para 13,36% ante 13,06% no mês anterior, mantendo a prática de combinação entre resultado do mês e uso pontual do saldo acumulado para estabilidade mensal.
A cota de fechamento do GTWR11 recuou de R$ 82,71 em maio para R$ 80,83 em junho, enquanto a cota patrimonial permaneceu praticamente estável em R$ 101,38. O P/VP caiu de 0,82 para 0,80. A rentabilidade mensal do fundo foi de -1,2% em junho, igual ao IFIX, após ter sido de -4,0% em maio contra -1,3% do índice. No acumulado de 12 meses o GTWR11 registrou 18,2% contra 21,8% no período anterior, sempre superando o IFIX nos dois meses.
O volume médio diário negociado do GTWR11 caiu de R$ 1,25 milhão em maio para R$ 0,80 milhão em junho, redução de 36,1%. O número de cotistas aumentou de 33.436 para 33.843 no mesmo intervalo. A carteira permaneceu com um único ativo, patrimônio líquido em torno de R$ 1,2 bilhão, sem alavancagem e sem obrigações futuras de compra. A vacância física se manteve em 0% e a ocupação em 100%, com aluguel médio por metro quadrado em R$ 170, valor idêntico ao registrado nos meses anteriores.
A composição do portfólio do GTWR11 não apresentou alterações, mantendo 100% da receita contratada com vencimento em 2028 e reajuste em novembro. Os gráficos de resultado recorrente e distribuição mostraram valores mensais estáveis entre R$ 0,86 e R$ 0,91 por cota ao longo do período analisado.