No relatório de março de 2026 do GTWR11, o resultado recorrente foi de R$ 0,86 por cota, inferior aos R$ 0,90 por cota de fevereiro, devido a despesas administrativas de R$ 448 mil, contra R$ 130 mil no mês anterior, e taxas do fundo de R$ 423 mil, ante R$ 306 mil. A gestora explica que as taxas de administração, gestão e consultoria de janeiro e fevereiro, retidas anteriormente, foram pagas em março. A distribuição manteve-se em R$ 0,90 por cota, com saldo de rendimentos não distribuídos caindo para R$ 0,15 por cota, de R$ 0,19 por cota em fevereiro. Receitas de aluguel ficaram estáveis em R$ 10.989 mil.
A rentabilidade mensal do GTWR11 foi de 1,0 por cento, abaixo dos 3,4 por cento de fevereiro, mas superior ao IFIX, que recuou 1,1 por cento. No ano até março, acumula 6,8 por cento, contra 5,8 por cento até fevereiro, e nos últimos 12 meses registra 38,6 por cento, ante 46,1 por cento no período anterior. O dividend yield anualizado subiu ligeiramente para 12,58 por cento, de 12,57 por cento, e o médio de 12 meses caiu para 13,45 por cento, de 13,57 por cento.
A liquidez média diária negociada recuou para R$ 0,62 milhão, queda de 24,4 por cento ante R$ 0,82 milhão em fevereiro, embora o número de negócios tenha subido para 24.036, de 19.055. O número de cotistas diminuiu para 33.809, de 33.843. A cota de fechamento ficou em R$ 85,87, quase estável ante R$ 85,94, com P/VP em 0,85 em ambos os meses e cota patrimonial em R$ 101,40.
A carteira mantém um ativo imobiliário de R$ 1.193 milhões, caixa de R$ 24,5 milhões, ante R$ 24,9 milhões em fevereiro, e CPR de -R$ 0,4 milhão, contra -R$ 0,8 milhão, totalizando patrimônio líquido de R$ 1,217 bilhões. Sem alavancagem ou obrigações futuras. Vacância física segue zerada, com 100 por cento de ocupação e área bruta locável de 64.461 m². Aluguel médio por m² caiu para R$ 170, de R$ 171 em fevereiro.
Contratos de locação permanecem com 100 por cento vencendo em 2028, reajuste em novembro e correção pelo IGP-M, sem alterações.