No relatório de abril de 2026 do GRUL11, a gestora destaca a rescisão antecipada do contrato com a Total Express no dia 6 de abril, com recebimento de multa que impulsionou o resultado do mês de forma atípica. O novo subcessionário ocupou a área no dia seguinte, mantendo a vacância em 0% e total de locatários em 5, contra 6 no relatório de março.
A distribuição de rendimentos permaneceu em R$ 0,08 por cota, paga em 13 de maio, com receitas imobiliárias subindo para R$ 2,467 milhões ante cerca de R$ 1,95 milhão nos meses anteriores, levando o resultado mensal a R$ 2,399 milhões. O acumulado de 2026 mostra receitas totais de R$ 8,645 milhões e resultado não distribuído de R$ 1,294 milhão, superior aos R$ 871 mil de março.
O preço da cota fechou em R$ 8,70, alta ante R$ 8,45 de março, com retorno projetado de IPCA + 10,82% a.a. O valor patrimonial caiu ligeiramente para R$ 238 milhões, enquanto o valor a mercado subiu para R$ 215 milhões. Número de cotistas aumentou para 5.220, de 5.138, mas volume negociado recuou para R$ 5,44 milhões e liquidez média diária para R$ 272 mil.
Na composição de inquilinos, Anjun segue com 57,2% da área, Mercado Livre com 20,7%, Latam com 11,5% (alta ante 6,9% em março), Azul com 7,9% e Power Source com 2,7%; o galpão G200 agora tem 2 locatários, ante 3. O R$/m² do GRUL11 subiu para R$ 91,11, contra R$ 37,05 em Guarulhos e R$ 31,49 em SP, onde vacância caiu para 6,65% e 7,49%, respectivamente.
A operação segue sem inadimplência, com ocupação plena nos 43.274 m² e prazo médio de contratos em 11 anos; a gestora reitera a solidez e o desconto relativo a fundos logística pares.