No relatório de março de 2026 do GRUL11, o preço da cota fechou em R$ 8,45, queda em relação aos R$ 9,03 de fevereiro, o que elevou o retorno projetado líquido anualizado para IPCA + 11,22% a.a., ante IPCA + 10,35% a.a. no mês anterior, considerando condições atuais de subcessão até o fim da concessão e valor residual zero.
A gestão destacou a assinatura de novo contrato de subcessão para 1.988 m² no Módulo 17 do Galpão G200, no Parque Logístico Aero I, a ser desocupado pela Total Express até 6 de abril de 2026, conforme Fato Relevante de 18/03/2026, mantendo a vacância em 0%, igual ao mês anterior.
O número de cotistas subiu para 5.138, ganho de 114 em relação aos 5.024 de fevereiro, enquanto o valor patrimonial aumentou para R$ 238,147 milhões dos R$ 237,131 milhões anteriores; já o valor a mercado caiu para R$ 208,715 milhões dos R$ 223,041 milhões.
Volume negociado no mês foi de R$ 6,803 milhões, acima dos R$ 6,091 milhões de fevereiro, mas a liquidez média diária recuou para R$ 309 mil dos R$ 338 mil.
Na demonstração de resultado caixa, receitas totais ficaram em R$ 2,031 milhões em março, estáveis ante R$ 2,033 milhões em fevereiro, com rendimento imobiliário em R$ 1,949 milhões; despesas caíram para R$ 147 mil dos R$ 204 mil, elevando o resultado para R$ 1,883 milhões dos R$ 1,829 milhões, e o não distribuído reduziu para R$ 871 mil dos R$ 963 mil. A distribuição manteve R$ 0,08 por cota, paga em 13/04/2026.
A composição da carteira por inquilinos permaneceu com Anjun em 57,2% da ABL, Mercado Livre 20,7%, Azul 7,9%, LATAM 6,9%, Total Express 4,6% e Power Source 2,7%, sem alterações reportadas, e ocupação total em 100% nos 43.274 m² dos galpões G100, G200 e G300.
Vacância de mercado seguiu em 8,9% em SP e 10,5% em Guarulhos, com R$/m² do GRUL11 em R$ 89,94, bem acima dos R$ 29 em SP e R$ 33,66 em Guarulhos.