Relatório gerencial · Setembro de 2026
Referência 30/09/2026 · entregue 30/10/2026 18:19
Em uma linha
Distribuição de R$ 0,10 por cota mantida em setembro, com uso de R$ 1,28 milhão de reservas de caixa
Resumo
No relatório de setembro de 2026, o GGRC11 manteve a distribuição de R$ 0,10 por cota, equivalente a um dividend yield mensal de 1,11% sobre o valor de fechamento de R$ 8,99. O resultado gerado no mês foi de R$ 33,25 milhões (R$ 0,096 por cota), representando um recuo frente aos R$ 34,91 milhões (R$ 0,101 por cota) apurados em agosto. Para manter o total distribuído em R$ 34,53 milhões, o fundo utilizou R$ 1,28 milhão de reservas de caixa, diferentemente do mês anterior, quando houve retenção de R$ 342 mil.
Em relação à reciclagem e estrutura de capital, a gestão informou avanços na alienação de 10 imóveis pelo valor de R$ 530 milhões, com previsão de encerramento em outubro. No mês, entraram no caixa R$ 1,99 milhão da última parcela do CD Campinas e R$ 1,30 milhão do ativo Covolan. Em contrapartida, ocorreram saídas para amortização ordinária de CRIs no montante de R$ 2,28 milhões, o pagamento da terceira parcela da aquisição do CD Raposo Sanca (R$ 4 milhões) e o ITBI do CD Queimados (R$ 610 mil).
Outro ponto relevante foi o encerramento definitivo do mecanismo de ajuste de preço da operação com o antigo RELG11. A apuração da segunda janela estabeleceu um complemento de R$ 6,67 milhões em favor do RECM11, estruturado em quatro parcelas mensais corrigidas pelo CDI, tendo a primeira sido paga no final de setembro. Quanto à exposição indireta ao Grupo Casas Bahia via cotas do Triple A FII, o relatório pontuou que todas as obrigações locatícias vencidas após o protocolo de recuperação judicial foram liquidadas e que cerca de 58% da área do imóvel já se encontra sublocada a outros operadores.
O programa de recompra de cotas teve continuidade, com a aquisição de 317.018 cotas a um custo médio de R$ 9,03, ante 453.226 cotas recompradas em agosto. A base de cotistas do GGRC11 ampliou-se em 2,95%, alcançando 423.361 investidores. No aspecto operacional dos imóveis, a vacância física registrou leve variação, passando de 0,14% em agosto para 0,37% em setembro, preservando uma taxa de ocupação de 99,63%, perfil de contratos atípicos em 79,92% da receita e prazo médio de contratos (WAULT) em 4,47 anos.
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