Demonstrações financeiras · 30/06/2026
Referência 30/06/2026 · entregue 13/10/2026 19:06
Em uma linha
Resultado líquido de R$ 35,9 milhões entre 17 de março e 30 de junho de 2026, com opinião sem ressalvas da PwC
Resumo
A PricewaterhouseCoopers emitiu opinião sem ressalvas sobre as demonstrações financeiras do GGRC11 relativas a 30 de junho de 2026, abrangendo o período de 17 de março de 2026 até aquela data, com a conclusão de que os números representam adequadamente a posição patrimonial, o desempenho e os fluxos de caixa do fundo segundo as práticas contábeis brasileiras aplicáveis aos fundos imobiliários. Os principais assuntos destacados pela auditoria foram a existência e a mensuração do valor justo das propriedades para investimento, avaliadas por fluxo de caixa descontado com base em laudos de empresas especializadas, e a mensuração do valor justo das cotas de fundos imobiliários negociadas em bolsa, verificadas contra os preços de fechamento na data-base.
Em 30 de junho de 2026 o ativo total somava R$ 3.843,0 milhões e o patrimônio líquido R$ 2.361,5 milhões, representado por 214.249.664 cotas com valor patrimonial de R$ 11,0221 cada. No período de 17 de março a 30 de junho de 2026 o resultado líquido foi positivo em R$ 35,9 milhões, com receita de aluguéis de R$ 64,8 milhões, ajustes a valor justo dos imóveis de R$ 6,2 milhões e equivalência patrimonial positiva de R$ 27,3 milhões nas SPEs, parcialmente compensados por resultado negativo de R$ 59,6 milhões em ativos não imobiliários, basicamente pela desvalorização de cotas de fundos imobiliários (R$ 55,7 milhões), amenizada por R$ 9,1 milhões em dividendos de FIIs. Na comparação com o período anterior, de 1º de julho de 2025 a 16 de março de 2026, o lucro havia sido de R$ 165,7 milhões.
Do lado da carteira, o fundo fez adições relevantes em imóveis, que somaram cerca de R$ 706,4 milhões no trimestre, elevando as propriedades para renda a aproximadamente R$ 2,54 bilhões, além de R$ 44,0 milhões em terrenos e R$ 566,4 milhões em cotas de fundos imobiliários. Entre os movimentos societários e operacionais, o fundo integralizou participações em três sociedades de propósito específico (Seropédica/RJ, Infinity Business Park em Extrema/MG e 39,25% do Condomínio Raposo/Sanca em São Paulo), concluiu sua 11ª emissão de cotas com a distribuição de 131.901.519 cotas a R$ 11,25, equivalente a cerca de R$ 1,48 bilhão, e teve a administração transferida da Banvox para a Vórtx em 16 de março de 2026. No período foram distribuídos R$ 90,4 milhões em rendimentos, o equivalente a 98,01% do resultado apurado na base de caixa, com rendimento médio de aproximadamente R$ 0,10 por cota.
O documento também informa que o portfólio apresentava 1,40% de vacância física e que o fundo mantém demandas judiciais relacionadas à locatária Covolan, com provisão para devedores duvidosos de R$ 2,5 milhões. Em eventos subsequentes, foi comunicada a intenção de recompra de cotas a partir de 30 de julho de 2026 e assinado memorando de entendimentos vinculante para a venda de um portfólio de dez imóveis logísticos, industriais e híbridos por R$ 530 milhões, sendo 70% na data de fechamento e 30% em 15 parcelas mensais. A cota encerrou 30 de junho de 2026 a R$ 9,89, contra R$ 10,09 um ano antes, com rentabilidade de -2,26% no período findo naquela data.
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