No relatório de março/2026 do GCRI11, o rendimento distribuído foi de R$ 0,85 por cota, igual ao de fevereiro, com dividend yield anualizado de 15,11% ante 15,27% no mês anterior, calculado sobre preço de fechamento de R$ 67,50 versus R$ 66,79. O resultado do mês ficou em R$ 0,70 por cota, abaixo dos R$ 0,75 de fevereiro, e a reserva gerencial pós-distribuição caiu para R$ 0,84 por cota ante R$ 0,99. O patrimônio líquido reduziu para R$ 131,09 milhões (R$ 90,17 por cota), de R$ 132,68 milhões (R$ 91,26 por cota) em fevereiro.
A carteira fechou com 32 operações, contra 34 em fevereiro, mantendo alocação de 81% em IPCA (spread médio 10,55% a.a.), 13% em CDI (6,34%) e 6% em IGP-M (7,31%). Destaque para a nova aquisição do CRI Savixx (IPCA + 10,00% a.a., 1,5% do PL, corporativo, vencimento out/34, LTV 48%), lastreado em locação atípica de armazém para Ambev. Exposição pulverizada subiu para 32,3% do total de ativos, de 31,2%.
Nos CRIs Wimo, todos pagaram juros integrais, com amortizações efetivas acima do programado: Wimo I 67,9% (era 65,6%), Wimo II 68,9% (67,8%), Wimo III 68,1% (67,8%), Wimo IV 52,1% (50,2%) e Wimo V 36,3% (34,9%). Índices de cobertura série sênior variaram: Wimo I em 210% e 199% (era 217%), Wimo II 360%/200% (351%/167%), Wimo III 330%/244% (327%/247%), Wimo IV 224%/161% (218%/137%) e Wimo V 143%/155% (142%/147%).
Obras do Casa Jardim Petrella avançaram para 36,2% acumulado em março (acima dos 29,1% previstos), contra 33,0% em janeiro (acima de 26,3%), com entrega prevista em abril/2027. Número de cotistas caiu para 4.151, de 4.196, enquanto volume negociado na B3 subiu para R$ 6,39 milhões (média diária R$ 290,6 mil), de R$ 4,24 milhões (R$ 235,6 mil), com giro de 6,4% ante 4,4%. Caixa subiu para 2,69% do PL, de 0,74%, e FIIs para 13,50% ante 16,03%, com imóveis estáveis em 11,21%-11,11%.