No relatório gerencial de fevereiro de 2026 do GARE11, o valor patrimonial total é reportado em R$ 2,74 bilhões, uma redução ante os R$ 2,75 bilhões de janeiro, com VP por cota em R$ 9,48 contra R$ 9,52 no mês anterior. O preço de fechamento da cota no secundário foi R$ 8,58, abaixo dos R$ 8,79 de janeiro, resultando em múltiplo P/VP de 0,91, de 0,92.
O dividend yield anualizado subiu para 11,6% em fevereiro, ante 11,3% em janeiro, com distribuição mantida em R$ 0,083 por cota, paga em 6 de março aos cotistas de 27 de fevereiro. O guidance para 2026 segue entre R$ 0,083 e R$ 0,090 por cota, confirmado após reciclagem de portfólio e redução de alavancagem.
Receitas totais atingiram R$ 27,834 milhões em fevereiro, acima dos R$ 27,095 milhões de janeiro, com resultado líquido de R$ 24,512 milhões nos últimos 12 meses somando R$ 172,519 milhões. Destaque para início do reconhecimento de receitas dos imóveis Confins e MRV na DRE, e receitas de renda urbana em R$ 11,579 milhões, ante R$ 11,468 milhões.
O portfólio mantém 33 imóveis, 463,6 mil m² de ABL, vacância zero física e financeira, e 11 inquilinos, com 94% em contratos atípicos e WAULT de 10,18 anos, ante 10,4 anos em janeiro. Composição por receita: 61% renda urbana, 31% logística e 8% escritório, com Carrefour em 37%, BAT em 21% e GPA em 14%. Sem reajustes de aluguéis em fevereiro e 100% adimplência.
Alavancagem financeira líquida em -13% pré-emissão para -11% pós-7ª emissão, com disponibilidades de R$ 1.116 milhões cobrindo todas as obrigações de CRIs até 2043, totalizando R$ 830 milhões. Quadro comparativo pré/pós-7ª emissão mostra patrimônio de R$ 1,3 bi para R$ 2,7 bi, ativos de 29 para 33 (projetados 39) e inquilinos de 6 para 11 (projetados 14).
Liquidez média diária cresceu para R$ 16,94 milhões em fevereiro, ante R$ 16,52 milhões em janeiro, com volume total de R$ 304,8 milhões e cotistas em 469,9 mil, de 456,5 mil. Pipeline da 7ª emissão avança, com R$ 676 milhões em imóveis (R$ 230 milhões liquidados), R$ 310 milhões em caixa e R$ 290 milhões em TVMs; seis imóveis pendentes para Q2/2026 via compromissadas.
Gestão reforça consolidação pós-7ª emissão (R$ 1,276 bi captados), foco em reequilíbrio logística/renda urbana e preservação de caixa, sem mudanças na estratégia híbrida de tijolo. Presença em 30 carteiras recomendadas mantida.