No mês de julho de 2026 o FYTO11 registrou patrimônio líquido de R$ 152.619.736,59, acima dos R$ 151.325.830,87 de junho, enquanto a cota patrimonial subiu de R$ 9,90 para R$ 9,99. O percentual alocado em CRIs passou de 91,93% para 92,62%, com a taxa média de marcação a mercado caindo de IPCA + 12,99% para IPCA + 12,69%. O portfólio manteve 38 operações e 99,72% de adimplência.
A gestão distribuiu R$ 0,100 por cota, mesmo valor do mês anterior, mas elevou o saldo de reservas para R$ 0,065 por cota, contra R$ 0,052 em junho. O dividend yield sobre a cota de mercado foi de 1,22%, ligeiramente abaixo dos 1,24% do mês passado, e o resultado equivalente ao CDI com gross up recuou de 131% para 118%. Nos últimos 12 meses o yield acumulado ficou em 15,53%.
O número de cotistas diminuiu de 10.301 para 10.077. A cota de mercado fechou em R$ 8,20, ante R$ 8,22, e a liquidez média diária caiu de R$ 146.304,18 para R$ 103.193,35. A exposição em IPCA avançou de 90,19% para 90,50% do PL, com duration ponderada reduzindo de 2,49 para 2,45 anos.
A parcela de obras concluídas ou em fase final representou 91,45% do PL, com média de conclusão de 95,31%, contra 94,25% no relatório anterior. O pipeline de novas operações agora inclui dois CRIs residenciais, um indexado a CDI + 4,00% com liquidação prevista para agosto e outro a IPCA + 12% para outubro.
As assembleias do mês envolveram ativos diferentes dos listados em junho, como Cânions, Marechal, Central Park, Jardim das Nações e Enseada Palms. O LTV ponderado permaneceu em 49%.