No mês de junho de 2026 o FTCA11 registrou patrimônio líquido de R$ 46.875.610,96 e cota patrimonial de R$ 10,51, com alocação em ativos caiu para 67,56% ante 70,21% em maio, elevando o caixa para cerca de 32% do PL. A gestão distribuiu R$ 0,093 por cota usando reservas, abaixo dos R$ 0,110 do mês anterior, o que gerou dividend yield de mercado de 1,07% ou 113% do CDI gross up; no acumulado de 12 meses o yield recuou para 17,70% ou 141% do CDI, contra 18,18% ou 145% em maio.
O fundo manteve os dois ativos inadimplentes, com CRA Castilhos em 5,71% do PL e CRI Cotribá em 2,57%. Sobre o Castilhos, os leilões dos imóveis garantidos ocorreram em junho sem oferta e a gestão agora negocia com compradores potenciais, mantendo o ativo precificado com deságio de 40% pelo administrador, com expectativa de reprecificação positiva futura conforme evolução da recuperação.
A composição da carteira permaneceu em 28 ativos de 10 segmentos em 15 estados, com os cinco maiores representando 23,84% do PL contra 24,32% no mês anterior; a taxa média ponderada ficou em CDI mais 4,95% para 90,79% do portfólio alocado e IPCA mais 7,83% para 9,21%. A gestão comunicou que não identificou operações com risco-retorno adequado no cenário atual de Selic elevada e spreads apertados, optando por analisar concorrentes no secundário sem encontrar oportunidades de arbitragem atrativas e decidindo manter as posições atuais e o nível de caixa. A liquidez média diária caiu para R$ 42.211,73 e o número de cotistas se manteve em 7.672.