O documento apresenta as demonstrações financeiras auditadas do FIIB11 em 31 de dezembro de 2025, com opinião sem ressalvas dos auditores independentes da Confiance Auditores, confirmando que elas refletem adequadamente a posição patrimonial e financeira do fundo, de acordo com as práticas contábeis brasileiras para FIIs. O ativo totalizou R$ 408,6 milhões, com destaque para a propriedade para investimento de R$ 390,3 milhões, representando 96,4% do patrimônio líquido de R$ 404,8 milhões, ante R$ 326,4 milhões em 2024. O passivo circulante ficou em R$ 3,5 milhões, principalmente rendimentos a pagar.
No resultado do exercício, a receita operacional bruta foi de R$ 33,3 milhões, impulsionada por aluguéis de R$ 34,1 milhões, menos provisões para perdas de R$ 1,3 milhão, com despesas operacionais de R$ 3,5 milhões, incluindo taxa de administração de R$ 1,0 milhão. Antes do ajuste ao valor justo, o resultado foi R$ 29,8 milhões, elevando-se para lucro líquido de R$ 109,0 milhões após ganho de R$ 79,2 milhões nas propriedades, contra R$ 32,3 milhões em 2024, ou R$ 0,159 por cota com 685 mil cotas emitidas.
O fluxo de caixa operacional gerou R$ 31,6 milhões, com investimentos de R$ 0,2 milhão em adequações e distribuições de rendimentos de R$ 30,6 milhões aos cotistas. O patrimônio líquido cresceu pelo lucro e ajuste positivo nas avaliações de imóveis pela Cushman & Wakefield, com valor patrimonial da cota em R$ 590,95 no fim de 2025. As notas destacam riscos como crédito de locatários, liquidez e concentração em imóveis industriais em Joinville/SC, sem garantias do administrador ou FGC.