No relatório de abril de 2026 sobre o FIIB11, a vacância ficou em 6,31%, uma queda frente aos 6,80% de março, mas ainda superior aos níveis próximos de zero registrados entre maio e setembro de 2025. A carteira de locação registrou a formalização de um novo contrato para o módulo E do Bloco 4, com área de 725,65 m² e vigência de 60 meses a partir de junho, o que projeta uma vacância futura de 5,62% e impacto positivo de R$ 0,04 por cota no fluxo a partir de julho.
A distribuição de rendimentos do mês foi de R$ 3,00 por cota, com pagamento em maio, porém impactada pela parcela de R$ 0,44 postergada de um locatário. Esse valor integra um acordo de parcelamento já formalizado, com 24 prestações de R$ 187 mil a partir de julho, totalizando cerca de R$ 3,66 milhões.
Em comparação com meses anteriores, não houve desocupação em abril. O cronograma de vencimentos de contratos mostra concentração em 2028, com 39,86% da carteira, seguido por 2027 com 21,26%. A inadimplência de aluguel permaneceu inexistente no mês, enquanto cobranças judiciais de condomínio e IPTU seguem em valores estáveis de R$ 70 mil e R$ 20 mil respectivamente, além de R$ 914 mil em execução judicial.
O valor de mercado da cota subiu 2,80% em abril, para R$ 474,01, contra R$ 461,10 no mês anterior. A cota patrimonial se manteve em torno de R$ 591,34, após o reajuste significativo observado em dezembro de 2025. O caixa encerrou o mês em R$ 2,82 milhões, com pagamento de R$ 150 mil em obras no período.
Os processos judiciais de cobrança mantêm status de perda remota, com atualizações pontuais em abril como a penhora de marcas na INPI para um dos casos e movimentações em embargos de terceiros.