No relatório de julho de 2026 do FIIB11, a vacância efetiva caiu para 3,62% contra 5,01% em junho, após a formalização de uma locação temporária de 1.448 m² no Bloco J módulo 4, com vigência de 18 de agosto a 31 de outubro de 2026. A vacância futura projetada ficou em 7,89%, considerando rescisões previstas para os próximos meses, como as dos Blocos 2 módulo B e D e Bloco C módulo 1, com impactos estimados no fluxo de caixa a partir de novembro de 2026 no valor de R$ 0,03 a R$ 0,07 por cota.
A inadimplência de uma locatária principal continuou em destaque, com pagamentos de R$ 510.556,69 recebidos em julho, incluindo a primeira parcela do acordo e encargos. Até 25 de agosto, o saldo pendente era de R$ 1.156.833,04 ou R$ 1,69 por cota, e a locatária apresentou proposta de liquidação dos atrasados de maio e junho mais postergação de aluguéis de agosto a outubro. O rendimento de julho foi fixado em R$ 2,70 por cota, abaixo do resultado de caixa de R$ 3,28, devido às incertezas.
O caixa do FIIB11 subiu para R$ 2.972.950,54 em 31 de julho, contra R$ 2.150.973,50 em junho. A cota de mercado fechou a R$ 439,84, abaixo dos R$ 443,00 do mês anterior, enquanto a cota patrimonial avançou para R$ 595,42. Nos últimos 12 meses, o yield de distribuição ficou em 8,19% sobre a cotação de fechamento.
Não houve alterações na composição da carteira, compras ou vendas de ativos, nem mudanças na estrutura de capital. Os processos judiciais em andamento mantiveram o mesmo status relatado em junho.