FGAA11

FG/AGRO FUNDO DE INVESTIMENTO NAS CADEIAS PRODUTIVAS AGROIND FIAGRO IMOBILIÁRIO RESP LIMITADA

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

30/04/2026

Entrega

26/05/2026 09:30

Resumo

No relatório de abril de 2026 do FGAA11, a distribuição foi de R$ 0,11 por cota, equivalente a 1,16% sobre a cota patrimonial de R$ 9,46, abaixo dos R$ 0,115 de março. A gestora atribuiu a redução ao efeito da queda da Selic sobre a carteira majoritariamente atrelada ao CDI, sem ligação com inadimplência. As reservas de lucros subiram de R$ 0,118 para R$ 0,122 por cota, mantendo a faixa de guidance entre R$ 0,11 e R$ 0,12.

O patrimônio líquido permaneceu em R$ 420,9 milhões, com 45.025.186 cotas. O número de cotistas chegou a 53.157, acima dos 53.070 de março. A cota de mercado fechou abril em R$ 9,23, com desconto patrimonial de 2,43%, maior que os cerca de 1,80% a 2,36% do mês anterior. O volume médio diário de negociação subiu para R$ 963 mil, contra R$ 911 mil em março.

A gestora realizou recompra de aproximadamente R$ 500 mil em cotas em maio, após o desconto observado no mercado secundário. Na carteira, a duração média caiu ligeiramente para 1,94, ante 1,97 em março, com 84,4% de originação própria, um pouco acima dos 83,9% anteriores. O percentual alocado em CDI continuou em 100%.

Entre os 17 devedores, as alocações principais se mantiveram estáveis, com o grupo Fernando Ribas Taques em torno de 12,4%, WD Agroindustrial em 12,9% e Alcoeste em 14,0%. O setor sucroenergético predominou, assim como em março. A operação com Café Brasil avançou com novo pagamento e concessão de waiver, enquanto a posição rebaixada em fevereiro permanece adimplente, com fundo de reserva ainda em recomposição. Houve alocação marginal adicional em Usina Lins para gestão de caixa.

A rentabilidade equivalente tributável subiu para 138% do CDI, contra 130% no mês anterior, com receita de juros recuando de R$ 6,65 milhões para R$ 5,59 milhões na DRE. O desconto de mercado e a recompra são destaques novos em relação ao relatório de março.