O FGAA11 distribuiu R$ 0,11 por cota em julho, mantendo o mesmo valor de junho e equivalente a 1,16% sobre a cota patrimonial de R$ 9,49. A quantidade de cotas caiu para 44.620.949, ante 44.805.738 no mês anterior, refletindo as recompras realizadas. O patrimônio líquido recuou para R$ 417,55 milhões, de R$ 418,83 milhões, enquanto o número de cotistas diminuiu para 51.135, de 51.620. A cota de mercado fechou em R$ 8,17, contra R$ 8,45, elevando o desconto patrimonial para 13,92%, de 10,86%. O volume médio diário de negociação recuou para R$ 716 mil, de R$ 740 mil.
As recompras no período totalizaram 458.344 cotas por R$ 3,68 milhões, gerando ganho patrimonial estimado de R$ 695,2 mil, acima das 273.225 cotas e R$ 2,29 milhões registrados até a publicação do relatório anterior. O fundo desembolsou R$ 26 milhões em agosto na operação de originação própria com a Brunozzi Agropecuária, garantida por terras avaliadas em 137% do valor da exposição a mercado, com CPRs em dólar convertidas via swap para remuneração equivalente a CDI + 5,30% ao ano. Essa alocação estava em fase final de documentação no relatório de junho.
A carteira apresentou duration de 1,80, ligeiramente inferior aos 1,83 do mês anterior, com 87,8% de originação própria e 16 devedores. O caixa e disponibilidades ficaram em aproximadamente R$ 20,9 milhões após o desembolso e as recompras. No comentário do gestor, destaca-se o avanço na estruturação de solução para o crédito em acompanhamento, que pode resultar em redução relevante ou liquidação da exposição, e a continuidade de vendas e reduções em posições do setor sucroenergético para reciclagem de capital.