EGAF11

ECOAGRO I FIAGRO- RESPONSABILIDADE LIMITADA

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

30/01/2026

Entrega

06/03/2026 19:51

Resumo

No relatório de janeiro 2026 do EGAF11, o patrimônio líquido permaneceu estável em R$ 310,6 milhões, com cota patrimonial em R$ 99,16, ante R$ 99,15 em dezembro 2025. A cota de mercado subiu para R$ 100,00, de R$ 94,97 no mês anterior, gerando retorno de mercado de 6,93% no período, contra 1,73% em dezembro e CDI de 1,16% em 21 dias úteis. O retorno contábil foi de 1,53%, superior ao CDI de 1,16%.

O número de cotistas cresceu para 12.033, de 11.857 em dezembro, e a liquidez média diária dos últimos 30 dias aumentou para R$ 583,7 mil, ante R$ 517,5 mil. A alocação em ativos alvo subiu para 104,77% do PL, de 104,32%, com taxa média de CDI + 5,03% a.a. na emissão e CDI + 4,83% no mercado, ante CDI + 4,81% em dezembro. O caixa ficou em R$ 16,6 milhões e provisões em R$ 31,4 milhões, refletindo funding via compromissada de cerca de R$ 30 milhões renovada no mês.

O fundo vendeu parcialmente 9 ativos por R$ 7,525 milhões (Agroconfiança 252º, Spaço Agrícola 363º, AP Agrícola 375º, Neves e Cabral 262º, Granfos 385º, Cultivar 399º, Casa do Café 439º, Regional Agro 169º e AgroBrasil 197º) e comprou 2 novos por R$ 5,499 milhões (Cereal Ouro 397º a CDI + 4,15% e Casa do Café 439º a CDI + 5,50%), mantendo 40 ativos e exposição a 38.983 produtores em 16 estados e 13+ culturas. As maiores concentrações foram Nativa em 9,25% do PL (de 8,98% em dezembro), Goplan Sênior II em 8,20% (de 8,08%) e Pantanal III em 5,56% (de 5,48%).

Recebeu R$ 1,958 milhões em juros e amortizações de 3 eventos (Supply IV R$ 331,6 mil, Pisani R$ 224,1 mil e amortização Primo Tedesco R$ 1,403 milhão). O rendimento distribuído foi R$ 1,44 por cota (CDI + 3,74% a.a.), com resultado por cota de R$ 1,51 e retenção subindo para R$ 0,53 por cota, de R$ 0,46. Acumulado desde início: R$ 66,10 por cota (CDI + 4,80% a.a.), com retorno de mercado de 97,59% líquido de IR.

A exposição geográfica manteve Goiás como maior (27,96% do PL, de 26,97%), seguida por MS (14,90%, estável) e SP (11,66%, de 11,90%). Por culturas, soja em 40,8% (de 41,2%) e milho em 18,1% (de 18,4%). 87% sênior e 13% única, 88% cadeia de insumos.

O gestor destaca expectativa de corte da Selic a partir de março 2026, com Selic em 15%, desaceleração econômica (indústria -1,2% em dezembro 2025), IPCA de 4,44% em 12 meses e influxo estrangeiro em emergentes. No agro, USDA elevou safra brasileira de soja para 180 milhões de toneladas em 2025/26.