No mês de abril de 2026 o EGAF11 registrou retorno patrimonial de 1,35% ante CDI de 1,09% em 20 dias úteis, enquanto a cota de mercado apresentou variação de -0,81%. Em março o retorno patrimonial havia sido de 1,50% e o de mercado de 0,12%. No acumulado do ano o retorno patrimonial chegou a 5,75% contra 4,54% do CDI e o de mercado atingiu 7,81%. Desde o início do fundo o retorno no secundário está em 99,21% líquido de IR e o contábil em 110,51%.
O pagamento de rendimentos em abril foi de R$ 1,32 por cota, abaixo dos R$ 1,48 distribuídos em março. O acumulado desde o início subiu para R$ 70,13 por cota, sendo R$ 16,68 em 2025 e R$ 5,47 no ano corrente. O resultado retido por cota permaneceu em R$ 0,51.
O patrimônio líquido passou de R$ 310.617.319,90 em março para R$ 310.131.054,47 em abril, com cota patrimonial de R$ 99,02 contra R$ 99,18. A cota de mercado fechou em R$ 96,76 ante R$ 99,00 no mês anterior. O número de cotistas aumentou de 12.210 para 12.523 e a liquidez média dos últimos 30 dias ficou em torno de R$ 800 mil.
A alocação em ativos alvo recuou de 108,83% para 104,76% do PL, com taxa média de emissão em CDI + 5,05% e taxa de mercado em CDI + 4,86%. O fundo manteve 39 ativos, sem novas aquisições, e realizou vendas parciais de R$ 16,2 milhões em posições de Regional Agro, Conceito, Spaço Agrícola, Cereal Ouro, Agroconfiança, Syagri, Agrofarm, AP Agrícola, Casafertil, Toagro, Plantar e Colher e AgroBrasil. O caixa subiu para R$ 20 milhões ante R$ 6,45 milhões em março. Os recebimentos de juros e amortizações totalizaram R$ 906 mil em três eventos, acima dos R$ 605 mil em dois eventos de março.
A composição geográfica apresentou pequenas variações, com Goiás caindo de 29,58% para 27,48% do PL e Mato Grosso do Sul subindo de 14,76% para 15,59%. A exposição por cultura mostrou soja aumentando de 40,8% para 42,3% e milho estável em 18,7%. A participação por segmento e por classe permaneceu praticamente inalterada, com revenda em 84% e sênior em 87%.
O comentário do gestor reitera a estratégia de rotação no secundário, seletividade na alocação e foco em ativos da cadeia de insumos com garantias robustas, sem alterações relevantes em relação ao relatório de março. A visão macroeconômica mantém destaque para o cenário de maior incerteza global e desaceleração gradual da atividade no Brasil, ao mesmo tempo em que projeta safra recorde de grãos em 2026. Não houve reprecificações relevantes na carteira nem mudanças na política de distribuição de rendimentos.