No mês de maio de 2026 o EGAF11 registrou retorno contábil de 1,35% e rendimento pago de R$ 1,32 por cota, mantendo a cota patrimonial em R$ 99,02. A cota de mercado fechou em R$ 89,80, resultando em retorno mensal de -5,91% contra CDI de 1,07%. No ano o retorno contábil acumula 7,18% e o de mercado 1,43%, comparados a 5,66% do CDI. Desde o início do fundo o retorno contábil é de 113,35% e o de mercado 87,43%, ambos acima do CDI acumulado de 70,57%. O número de cotistas subiu de 12.512 para 12.644 e a liquidez média de 30 dias aumentou para R$ 1,335 milhão.
O fundo vendeu parcialmente R$ 3,180 milhões dos ativos Casa do Café, Supply, Toagro e Plantar, e realizou compras de R$ 11,27 milhões nos ativos Panorama, Cultivar, Coopernorte e Granfos, elevando a alocação em ativos alvo de 104,76% para 106,01% do PL. O caixa encerrou em R$ 17,4 milhões. A taxa média dos ativos alvo subiu para CDI + 5,06% a.a. A participação de Cultivar passou de 2,27% para 3,44% do PL e a de Granfos de 0,99% para 3,01%. A exposição ao estado do Rio Grande do Sul subiu de 8,45% para 10,59%, enquanto Goiás recuou ligeiramente para 27,15%. A carteira mantém 39 ativos, com 87% em classe sênior e 88% na cadeia de insumos.
O relatório destaca recebimentos de juros e amortizações de R$ 9,836 milhões em sete eventos, sendo o maior a amortização do Panorama 400º no valor de R$ 4,45 milhões. Não foram feitas reprecificações relevantes na marcação dos ativos. O comentário macroeconômico atualiza o cenário com o acordo entre Irã e Estados Unidos e a reabertura do Estreito de Ormuz, mantendo alertas sobre custos de transporte, além de notar a depreciação do real a partir de maio após saída de capital estrangeiro e redução do diferencial de juros.