No mês de fevereiro de 2026 o DEVA11 distribuiu R$ 0,30 por cota, totalizando R$ 4,21 milhões, mantendo o mesmo valor do mês anterior. O dividend yield sobre a cota de mercado de R$ 25,25 ficou em 1,19%, acima dos 1,09% de janeiro, e equivalente a 98,19% do CDI, contra 94,06% no mês anterior. O yield dos últimos 12 meses recuou para 18,06%, em comparação com 18,47% registrados em janeiro.
A cota patrimonial caiu de R$ 98,19 para R$ 94,52, e o patrimônio líquido reduziu-se de R$ 1,379 bilhão para R$ 1,328 bilhão. O valor de mercado do fundo passou de R$ 384,8 milhões para R$ 335,7 milhões. O número de cotistas diminuiu de 79.443 para 78.652, e a participação no IFIX recuou ligeiramente de 0,23% para 0,22%.
A duration média da carteira de CRIs reduziu-se de 3,2 anos para 2,3 anos. A taxa média ponderada permaneceu em IPCA + 10,66% ao ano, com 99% da carteira protegida contra deflação. A composição por status dos ativos mostrou 25,0% em dia, 63,7% em carência de juros e 11,3% inadimplente, ante 24,8%, 63,2% e 12,1% no relatório anterior.
O relatório de fevereiro não apresentou atualizações específicas sobre operações como Chemin, LR Loteamentos e Pride, diferentemente do mês anterior, que destacava a prorrogação de carência, a exigência de recompra e o acompanhamento de pagamentos pendentes. A seção sobre ativos limitou-se a descrever o monitoramento mensal geral e a colaboração com securitizadoras.