No mês de fevereiro o DEVA11 distribuiu novamente R$ 0,30 por cota, mantendo o mesmo valor de janeiro e gerando dividend yield de 1,19% sobre a cota de mercado de R$ 25,25, equivalente a 98,19% do CDI. O rendimento dos últimos 12 meses fechou em 18,06%, abaixo dos 18,47% registrados no mês anterior, com R$ 4,56 distribuídos por cota no período.
O número de cotistas caiu para 78.652, contra 79.443 em janeiro. A cota patrimonial recuou para R$ 94,52, ante R$ 98,19, enquanto a cota de mercado passou de R$ 27,40 para R$ 25,25. O patrimônio líquido totalizou R$ 1.325.816.018,83.
Na carteira de CRIs, a parcela inadimplente diminuiu ligeiramente para 11,3% do total, contra 12,1% no relatório anterior, com 25,0% em dia e 63,7% em carência de juros. A duration média da carteira reduziu para 2,3 anos, frente aos 3,2 anos informados em janeiro. A taxa média ponderada permaneceu em IPCA + 10,66% ao ano, com 99% dos ativos protegidos contra deflação.
O relatório de fevereiro não apresenta atualizações específicas sobre operações individuais, diferentemente do mês anterior, que destacava decisões de assembleia no CRI Chemin e exigência de recompra no CRI LR Loteamentos. O texto sobre acompanhamento de waivers e recuperação de ativos inadimplentes foi mantido de forma geral. O volume negociado no mês subiu para R$ 18,94 milhões, acima dos R$ 18,21 milhões de janeiro.