O relatório gerencial de abril de 2026 do DEVA11 registra a distribuição de R$ 4,21 milhões em rendimentos, mantendo R$ 0,30 por cota e um dividend yield de 1,30% sobre a cota de mercado de R$ 23,01, equivalente a 119,61% do CDI. Em comparação com março, quando o yield foi de 1,26% a 103,74% do CDI, houve elevação na remuneração relativa ao índice, enquanto o yield acumulado em 12 meses subiu para 18,64% contra 18,06% no mês anterior. O número de cotistas recuou de 77.549 para 76.438, e o valor da cota de mercado diminuiu de R$ 23,90 para R$ 23,01, com a cota patrimonial estável em torno de R$ 94,62.
Como novidade destacada, o relatório informa que em abril foi protocolado o pedido de desmembramento das matrículas do Edifício Milano em Franca-SP vinculado ao CRI Chemin, com pagamento da guia correspondente. Como evento subsequente, em maio ocorreu a efetivação do desmembramento, permitindo a individualização das matrículas das unidades, que é o principal requisito para início do repasse por financiamento bancário.
A composição da carteira permaneceu próxima à de março, com 89,5% em CRI, 6,5% em FII e 4,0% em caixa, taxa média de IPCA + 10,66% e duration de 2,9 anos. O percentual de ativos em dia ficou em 25,1%, em carência de juros em 65,2% e inadimplente em 9,7%, sem alterações relevantes. O volume negociado caiu para R$ 10,51 milhões ante R$ 12,87 milhões no mês anterior, enquanto a média geral de vendas e obras executadas na carteira se manteve em 77% e 91% respectivamente.