DEVA11

DEVANT RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

30/01/2026

Entrega

27/02/2026 18:38

Resumo

No relatório de janeiro de 2026 do DEVA11, a distribuição de rendimentos foi de R$ 0,30 por cota, totalizando R$ 4,21 milhões, com dividend yield de 1,09% em relação à cota de mercado de R$ 27,40, equivalente a 94,06% do CDI ou 110,66% com gross up de IR. Isso representa queda em relação a dezembro de 2025, quando foram R$ 0,40 por cota e R$ 5,62 milhões distribuídos, com DY de 1,54% e 126,15% do CDI. O DY dos últimos 12 meses permaneceu em 18,47%, e a taxa média da carteira de CRIs continuou em IPCA + 10,66% ao ano.

Entre novidades, no CRI Chemin, foi aprovada em AGT a prorrogação por 12 meses do período de carência para pagamento de juros; em Franca, o Habite-se foi emitido em novembro de 2025 e iniciada a comercialização de unidades em estoque com desmembramento de matrículas; em Araraquara, a Torke Engenharia assumiu a obra em junho de 2025 para acelerar o cronograma. No CRI LR Loteamentos, AGT aprovou a recompra total dos créditos imobiliários, com a securitizadora iniciando ações judiciais e extrajudiciais contra devedora e fiadores para proteger o patrimônio. No CRI Pride, o pagamento de juros do período está pendente, com acompanhamento conjunto pela gestão e securitizadora.

A composição da carteira de CRIs mostrou em dia 24,8% (ante 29,6% em dezembro), em carência de juros 63,2% (ante 62,8%) e inadimplentes 12,1% (ante 7,6%), com duração média estável em 3,2 anos. O maior ativo, CRI Chemin, manteve 9,23% do PL. No portfólio geral, CRIs representam 90,7% (era 90,2%), FIIs 4,1% (estável) e caixa 5,2% (era 5,7%). Por segmento, corporativo subiu para 34,3% (era 33,8%), loteamento para 21,0% (era menor proporção aparente) e incorporação vertical caiu para 0,7%. Diversificação por região manteve Sudeste em 34,0%, Sul 26,4% e Centro-Oeste 19,5%.

Na DRE gerencial, receitas totais caíram para R$ 4,50 milhões (ante R$ 5,18 milhões em dezembro), com juros em R$ 3,48 milhões (ante R$ 4,35 milhões). Cota patrimonial subiu para R$ 98,19 (ante R$ 98,07), patrimônio líquido para R$ 1,379 bilhão (ante R$ 1,378 bilhão) e cotistas para 79.443 (ante 80.232). Volume negociado cresceu para R$ 18,21 milhões (ante R$ 10,86 milhões), com giro de 4,73% (ante 2,98%) e participação no IFIX em 0,23% (estável). A média de vendas e obras na carteira seguiu em 78% e 92%, respectivamente.