No relatório de julho de 2026 do DEVA11, a distribuição de rendimentos recuou para R$ 0,30 por cota, totalizando R$ 4,21 milhões, contra R$ 0,34 por cota e R$ 4,77 milhões em junho. O dividend yield mensal caiu de 1,92% para 1,60%, enquanto o yield dos últimos 12 meses passou de 22,65% para 21,18%. A remuneração equivalente ao CDI também reduziu, de 171,03% para 130,87%.
A cota de mercado subiu de R$ 17,75 para R$ 18,79 e a cota patrimonial avançou de R$ 94,49 para R$ 96,47. O número de cotistas continuou em queda, de 73.595 para 72.436. O volume negociado no mês diminuiu de R$ 12,60 milhões para R$ 9,97 milhões.
A composição da carteira de CRI apresentou pequena variação, com a parcela em dia em 23,8% (ante 24,1%), em carência de juros em 66,7% (ante 66,1%) e inadimplente em 9,6% (ante 9,7%). A duration média da carteira encurtou de 3,03 para 2,74 anos. Houve ajuste na alocação, com a participação de FIIs recuando de 6,3% para 3,9% e o caixa subindo de 3,9% para 6,8%, enquanto os CRIs ficaram em 89,4%. A taxa média ponderada permaneceu em IPCA + 10,66% ao ano e a proteção contra deflação em 99%.
O relatório de julho não traz novas deliberações ou eventos específicos sobre ativos, limitando-se a informar o acompanhamento mensal das operações e os esforços de recuperação junto às securitizadoras. A seção sobre ativos repete a mensagem de monitoramento contínuo já presente no relatório anterior.