O documento apresenta as demonstrações contábeis do DEVA11 referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025, auditadas pela Grant Thornton, com parecer de opinião com ressalvas. As ressalvas decorrem da ausência de demonstrações financeiras auditadas de empresas investidas em recuperação judicial, como Brasil Parques Temáticos e Gramado Parks, cujos CRIs representam 23,81% do patrimônio líquido do fundo, além de outros ativos ligados a WAM Multipropriedade e Golden Laghetto, que correspondem a 10,63% do patrimônio. O fundo investe principalmente em certificados de recebíveis imobiliários e cotas de outros fundos imobiliários, com uma provisão para devedores duvidosos de R$ 3.455 mil mantida estável.
O balanço patrimonial mostra ativo total de R$ 1.371.423 mil e patrimônio líquido de R$ 1.370.430 mil em 2025, contra R$ 1.333.014 mil e R$ 1.332.064 mil em 2024. O resultado líquido do exercício atingiu R$ 106.343 mil, equivalente a R$ 7,57 por cota, ante R$ 16.524 mil ou R$ 1,18 por cota no ano anterior. Os rendimentos distribuídos totalizaram R$ 67.977 mil, representando cerca de 99,38% do resultado financeiro apurado em regime de caixa.
O DEVA11 encerrou o ano com rentabilidade de 7,98% e patrimônio líquido médio de R$ 1.352.350 mil, após registrar variações mensais na cota que culminaram em valor unitário de R$ 97,57 em dezembro de 2025. Não houve emissões ou amortizações de cotas no período, e o fundo manteve sua estrutura de gestão pela Devant Asset e administração pela Vórtx, com taxas de administração e gestão de R$ 804 mil e R$ 4.022 mil, respectivamente.