No relatório de maio de 2026 do DEVA11, a distribuição de rendimentos manteve-se em R$ 0,30 por cota, totalizando R$ 4,21 milhões, igual ao mês anterior. O dividend yield mensal subiu para 1,62% ante 1,30% de abril, impulsionado pela queda da cota de mercado de R$ 23,01 para R$ 18,47. O yield acumulado de 12 meses avançou de 18,64% para 22,41%, enquanto a taxa média ponderada da carteira de CRIs permaneceu em IPCA mais 10,66% ao ano.
A quantidade de cotistas reduziu de 76.438 para 74.905 entre abril e maio. O patrimônio líquido ficou praticamente estável em torno de R$ 1,334 bilhão, com a cota patrimonial passando de R$ 94,62 para R$ 94,98. A duration média da carteira aumentou ligeiramente de 2,9 para 3,03 anos.
No portfólio de CRIs, a proporção de ativos em dia passou de 25,1% para 24,1%, enquanto os em carência de juros subiram de 65,2% para 66,1%, mantendo os inadimplentes em 9,7%. Vários CRIs que apareciam como amarelos no relatório de abril passaram para verde em maio, indicando mudança de status em parte da carteira.
Em maio, o fundo aprovou em assembleia medidas de reestruturação da Construtora Pride, incluindo waiver temporário, autorização para novo endividamento e formalização de instrumentos, com contrapartidas como consultoria especializada, fortalecimento de governança, fiança pessoal dos sócios e mútuos. O objetivo declarado é preservar a continuidade operacional e o pipeline de projetos. No mês anterior, o destaque foi o desmembramento de matrículas do Edifício Milano no CRI Chemin, efetivado em maio.
O volume negociado no mercado secundário subiu de R$ 10,51 milhões em abril para R$ 14,80 milhões em maio, com giro de 5,71% ante 3,25%. A participação no IFIX caiu de 0,25% para 0,20%. A composição por tipo de ativo mostrou leve aumento na fatia de FIIs, de 6,5% para 6,7%, com o restante em CRIs e caixa.