No relatório de janeiro 2026 do CYCR11, a distribuição foi de R$ 0,11 por cota, igual à de dezembro 2025, com dividend yield anualizado de 14,58%, ante 15,36% no mês anterior; a média desde novembro de 2021 segue em R$ 1,08 por cota, com yield de 14,88%, comparado a 15,68% reportado antes.
A gestão realizou aportes de R$ 0,6 milhão na SPE do empreendimento Alt-65 (participação de 40%) e R$ 0,5 milhão na SPE Veneza (participação de 50%), ambos da Somos, elevando as posições para R$ 8,4 milhões (2,43% do PL) e R$ 1,5 milhão (0,43% do PL), respectivamente; também houve integralização de R$ 4,9 milhões no CRI PG-Klabin, aumentando sua posição de R$ 23,7 milhões para R$ 28,6 milhões (8,26% do PL), e amortização extraordinária de R$ 0,5 milhão no CRI MRV Flex II, reduzindo-o de R$ 16,6 milhões para R$ 16,2 milhões (4,68% do PL).
O percentual alocado subiu de 91,30% em dezembro para 92,26% em janeiro, com 28 CRIs adimplentes (todos com juros mensais), 6 FIIs e 3 co-incorporações; a composição por tipo mostra CRI em 92,7% (leve queda de 93%), co-inc em 3,6% (de 3,3%) e FII em 3,7%; por indexador, IPCA+ em 82,3% (de 82,7%), DI em 14,1% (de 14%) e INCC+ em 3,6%; spreads médios caíram ligeiramente para IPCA+ 10,44% (curva, ante 10,46%) e CDI+ 4,17% (ante 4,19%).
No fluxo financeiro, receitas caíram de R$ 4,01 milhões em dezembro para R$ 3,79 milhões em janeiro, com rendimentos de CRI em R$ 3,19 milhões (de R$ 3,17 milhões), enquanto despesas subiram para R$ 270 mil (de R$ 231 mil); o resultado foi R$ 3,52 milhões, mas a distribuição manteve R$ 3,87 milhões, suportada por reserva legal de R$ 0,02 por cota.
Rentabilidade mensal ficou em 1,06%, igual a dezembro, com acumulada desde início em 78,68% (de 76,81%), superando CDI líquido acumulado em 49,18% e IFIX em 40,41%; patrimônio líquido subiu para R$ 345 milhões (de R$ 344 milhões), com valor de mercado em R$ 340 milhões e cotistas em 17.487 (de 17.586).
A gestão mantém previsão de distribuições similares ou acima, com foco em originação própria (81,5% do portfólio, de 81%) na região Sudeste (68,9%, estável) e segmentos residencial (52,1%, de 51,2%) e pulverizado (21,1%, de 21,5%).