CXAG11

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO CAIXA AGÊNCIAS - RESPONSABILIDADE LIMITADA

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

31/08/2026

Entrega

22/09/2026 18:05

Resumo

O CXAG11 comunicou como principal novidade de agosto a celebração do Compromisso de Compra e Venda do imóvel Agência São Lourenço/MG, conforme Fato Relevante de 08/09/2026, pelo valor de R$ 4,75 milhões. A operação prevê ágio de 25,1% sobre o último laudo de avaliação e de 35,6% sobre o custo histórico, com lucro estimado de R$ 0,60 por cota a ser distribuído aos cotistas e TIR nominal de 15,2% ao ano no período de posse, com múltiplo de 1,8 vez sobre o capital investido. A conclusão ainda depende da renúncia do direito de preferência pela Caixa Econômica Federal, locatária do imóvel, e do cumprimento das demais condições suspensivas. O portfólio segue listado com 31 imóveis e valor total de R$ 209,0 milhões, incluindo ainda a agência São Lourenço avaliada em R$ 3,8 milhões, e a gestora informa que as intervenções de melhoria contratualmente previstas tiveram prosseguimento em agosto com supervisão técnica e interlocução com órgãos públicos.

Na parte de resultados, o CXAG11 manteve a distribuição em R$ 1,51 milhão no total, equivalente a R$ 0,72 por cota, paga em 17 de setembro referente ao mês de agosto. A receita de aluguel ficou estável em R$ 1,698 milhão, mesma do mês de julho, enquanto o resultado caixa subiu de R$ 1,604 milhão em julho para R$ 1,616 milhão em agosto, com menor despesa operacional, de R$ 149,2 mil ante R$ 161,5 mil, e menor receita de aplicações financeiras, de R$ 66,6 mil ante R$ 73,7 mil. O percentual distribuído foi de 93,2% do resultado caixa, ante 93,9% no mês anterior. O dividend yield anualizado subiu de 11,50% em julho para 11,98% em agosto por conta da queda da cota a mercado.

No mercado secundário, a cota do CXAG11 fechou agosto a R$ 72,13, queda de 3,95% no mês ante R$ 75,10 em julho. Com isso o valor de mercado passou de R$ 157,0 milhões para R$ 150,8 milhões, ampliando o deságio frente ao patrimônio líquido de 27,4% para 30,3%, com valor implícito dos imóveis caindo de R$ 2.692 por metro quadrado para R$ 2.583 por metro quadrado. O volume negociado subiu de R$ 3,07 milhões em julho para R$ 3,35 milhões em agosto, com giro de 2,17% das cotas ante 1,9%. A cota patrimonial ficou praticamente estável, em R$ 103,53 ante R$ 103,47 em julho, após a reavaliação divulgada no mês anterior com queda de 6,43% nos laudos. Na carteira, os imóveis somavam R$ 209,33 milhões ante R$ 209,06 milhões, as aplicações financeiras R$ 7,04 milhões ante R$ 7,19 milhões e o patrimônio líquido R$ 216,44 milhões ante R$ 216,32 milhões. Entre os marcos do fundo, o próximo evento previsto é a revisional do contrato de locação com a Caixa em outubro de 2026.