O documento analisado é o relatório de carteira do fundo CRAA11 referente a junho de 2026, enviado à CVM pela administradora BTG Pactual. O patrimônio líquido do fundo alcança 239,5 milhões de reais na data, e a carteira é formada majoritariamente por títulos ligados ao agronegócio, especificamente certificados de recebíveis do agronegócio (CRAs) emitidos por securitizadoras como OPEA, RIZA, ECO e VERT, com vencimentos distribuídos entre 2026 e 2045. Esses ativos representam a maior parte do portfólio e estão classificados como títulos para negociação.
Além dos CRAs, o relatório inclui alguns certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) de emissores como Habitasec e Vert, além de obrigações por compra e venda a termo, que geram pequenos valores a pagar ou a receber. Não há menção a vendas ou aquisições relevantes no mês, e todas as posições estão detalhadas com quantidades, valores de custo e de mercado, além do percentual em relação ao patrimônio líquido.
O fundo não registra exposição a empresas ligadas e mantém o foco exclusivo em instrumentos do setor agroindustrial, conforme a natureza de FIAGRO. As informações são de responsabilidade da administradora e refletem a composição da carteira sem qualquer avaliação de qualidade ou risco por parte da CVM.