No mês de junho de 2026 o CPTS11 apresentou cota de mercado em R$ 7,51 e cota patrimonial em R$ 8,65, com valor de mercado total de R$ 2,73 bilhões e patrimonial de R$ 3,14 bilhões, comparado a R$ 7,64 e R$ 8,79 no mês anterior, quando o valor de mercado era de R$ 2,78 bilhões e o patrimonial de R$ 3,20 bilhões. O número de cotistas subiu para 392.504, contra 381.877 em maio.
A carteira de CRIs reduziu de 18 para 10 ativos, passando de 23,7% para 21,4% do total, enquanto a de FIIs aumentou de 81 para 84 fundos, de 61,3% para 63,4%. A marcação a mercado dos CRIs passou de IPCA + 8,67% para IPCA + 8,98%, com taxa líquida implícita de IPCA + 11,78% no fechamento de junho, ante IPCA + 11,98% no mês anterior.
No resultado mensal, o CPTS11 obteve R$ 0,101 por cota, acima dos R$ 0,089 de maio, e manteve a distribuição em R$ 0,090 por cota. A rentabilidade a mercado foi de -0,53% e a patrimonial de -0,59%, enquanto o IFIX recuou 1,21%. O resultado acumulado desde o início permanece acima dos benchmarks, com TIR de 11,7% ao ano na carteira de FIIs e 12,1% na de CRIs.
O relatório informa vendas definitivas de R$ 35 milhões em CRIs e compras definitivas de R$ 1,37 milhão, com a carteira de crédito mantendo 100% de adimplência e perfil high grade. O guidance de distribuições futuras permanece na faixa de R$ 0,09 por cota, equivalente ao dividend yield anualizado de 15,37% na cota de mercado.