O relatório de maio de 2026 do CPTS11 indica que o valor de mercado caiu para R$ 2,78 bilhões, com cota a R$ 7,64, ante R$ 2,88 bilhões e cota a R$ 7,93 em abril. O valor patrimonial recuou levemente para R$ 3,20 bilhões. A taxa líquida subiu de 10,64% para 11,98% IPCA+, resultado direto da redução na cotação de mercado. O resultado mensal por cota avançou de 0,074 para 0,089, enquanto o dividendo se manteve em 0,090 por cota e o dividend yield dos últimos 12 meses subiu para 13,99%. O número de cotistas aumentou de 378.378 para 381.877.
A rentabilidade a mercado do CPTS11 em maio foi de -2,52%, revertendo a alta de 0,48% registrada em abril, enquanto a rentabilidade patrimonial ficou em 0,30%. O IFIX recuou 1,33% no mês. A carteira de FIIs rendeu 0,41% no período, contrastando com a performance negativa do índice de referência. A marcação a mercado dos CRIs passou de IPCA+8,57% para IPCA+8,67%, influenciada pela abertura da curva de títulos públicos.
A composição da carteira apresentou alterações: o número de CRIs diminuiu de 19 para 18, representando agora 23,7% dos ativos contra 24,8% no mês anterior, e o número de FIIs subiu de 78 para 81, correspondendo a 61,3% dos ativos. O potencial de valorização da carteira de FIIs frente ao patrimônio dos fundos investidos avançou para 17,1% considerando a cotação atual do CPTS11, ou 11,2% sobre o patrimônio líquido do fundo. Os ativos adimplentes permanecem em 100%.
Em maio foram realizadas compras definitivas de R$ 456 milhões em CRIs a taxa média de IPCA+8,84% e vendas definitivas de R$ 467 milhões a IPCA+9,09%, volumes bem superiores aos R$ 30 milhões em compras e R$ 98 mil em vendas registradas em abril. O perfil de crédito do CPTS11 continua high grade, com duration médio de 4,6 anos e LTV médio de 57,95%.
A projeção de dividendos para os próximos meses segue na faixa de R$ 0,09 por cota, equivalente a 15,09% ao ano com base na cotação de R$ 7,64, mantendo a mesma estrutura de bandas otimista e pessimista divulgada no relatório anterior.