O CPSH11 encerrou julho com cota de mercado em R$ 9,72 (ante R$ 9,97 em junho) e P/VP de 0,83x (ante 0,86x), enquanto o valor patrimonial por cota avançou para R$ 11,77 e o patrimônio líquido chegou a R$ 1.449,1 milhões. O fundo manteve a distribuição de R$ 0,11 por cota, o que elevou o dividend yield anualizado para 14,46% sobre a cota de fechamento, e reiterou o guidance de R$ 0,11 por cota para os próximos 12 meses. O resultado do mês foi de R$ 15,9 milhões (R$ 0,13 por cota), acima dos R$ 13,4 milhões de junho, impulsionado principalmente por ganho de capital de R$ 8,8 milhões na linha de imóveis e FIIs estratégicos, com receita total de R$ 15,6 milhões. A ocupação consolidada recuou para 96,6% (ante 97,0%), concentrada no Iguatemi Fortaleza em 89,6% (ante 91,0%) por conta da remodelação do mix, com chegada da H&M, primeira Daiso do Ceará e novas operações de gastronomia; excluído esse ativo, a ocupação ficaria em cerca de 97,2%. Vendas e NOI do portfólio cresceram cerca de 5% em 12 meses (ante 5,7% e 5,9% no relatório anterior), com destaque para o I Fashion Outlet (+11,1% de NOI) e o Parque Dom Pedro (+9,9%). O caixa líquido avançou para R$ 524 milhões (ante R$ 472 milhões), posição credora de 3,5 vezes a dívida bruta de R$ 98,7 milhões em CRIs, sustentando o pipeline de aquisições após a entrada do Shopping Curitiba em junho. No mercado secundário o fundo esteve em 100% dos pregões, com ADTV de R$ 4,8 milhões e 38.997 cotistas (alta em relação a junho). O gestor destacou o retorno do mercado transacional de shoppings, com negócios acima das últimas avaliações e cap rates de 8% a 9%, além de um novo foco no Internacional de Guarulhos, onde o entorno ganha adensamento residencial de cerca de 5 mil unidades e a Estação Dutra do metrô tem conclusão estimada para 2032-2033.
CPSH11
CAPITÂNIA SHOPPINGS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - RESPONSABILIDADE LIMITADA
Relatório Gerencial
AtivoReferência
31/07/2026
Entrega
28/08/2026 10:15