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CPSH11 Cotação: R$ 8,73 Queda de 3,43%

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CPSH11

FII

CAPITÂNIA SHOPPINGS FII

Cotação: R$ 8,73

Queda de 3,43%

R$ por cota · 03/11/2026 15:03 · B3

DY 12m
15,69%
P/VP
0,76

Relatório gerencial · Setembro de 2026

Referência 30/09/2026 · entregue 29/10/2026 10:54

Em uma linha

Liquidação antecipada da venda de quatro ativos ao XP Malls gerou fluxo de R$ 87,3 milhões e TIR de 16,4% ao ano

Resumo

O principal destaque do relatório de setembro de 2026 do CPSH11 é o aditamento e a liquidação antecipada da venda dos shoppings Praia de Belas, Complexo Tatuapé e Iguatemi Bosque Fortaleza para o XP Malls (XPML11). O aditivo contratual permitiu o recebimento integral do valor da transação, incluindo o earn-out, programado para 26 de outubro de 2026. No consolidado, a venda desses quatro ativos gerou um fluxo de caixa total de R$ 87,3 milhões, alcançando uma taxa interna de retorno de 16,4% ao ano e um retorno de 1,27 vezes o capital investido. Desse montante auferido, R$ 39,4 milhões ainda não haviam sido distribuídos aos cotistas até a data-base do relatório.

Somando esse ganho às parcelas futuras da alienação do Catarina Fashion Outlet, o CPSH11 acumulou R$ 59,1 milhões em resultados a reconhecer, o equivalente a R$ 0,48 por cota, sendo R$ 0,32 referentes a outubro de 2026 e R$ 0,16 com vencimento até novembro de 2027. Com esses valores, a reserva total de resultado do fundo alcançou R$ 64,7 milhões (R$ 0,53 por cota), patamar que cobre aproximadamente 4,8 meses da distribuição corrente do fundo.

No encerramento de setembro, o fundo manteve a distribuição em R$ 0,11 por cota, mesmo patamar praticado em agosto, correspondendo a um dividend yield anualizado de 14,3% sobre a cotação de mercado de R$ 9,81. Contudo, o resultado caixa mensal apresentou forte recuo, fechando em R$ 9,9 milhões (R$ 0,0804 por cota), frente aos R$ 16,34 milhões (R$ 0,13 por cota) apurados em agosto. Para honrar o patamar de rendimento distribuído, a gestão utilizou parcela do resultado acumulado em meses anteriores, reduzindo o saldo retido do exercício para R$ 0,0451 por cota. O guidance de proventos foi mantido no intervalo entre R$ 0,09 e R$ 0,13 por cota para os doze meses seguintes.

No âmbito operacional, setembro representou o primeiro mês completo com o impacto da fração de 5% adquirida no Amazonas Shopping por R$ 51,8 milhões. O portfólio encerrou o período com 9 empreendimentos em 6 estados e 39.378 metros quadrados de área bruta locável própria. A taxa de ocupação da carteira ficou em 95,9%, ante 96,0% no mês anterior. Nos doze meses acumulados até agosto, as vendas dos lojistas atingiram R$ 24.326 por metro quadrado (alta de 4,6% ano contra ano) e o resultado operacional líquido caixa (NOI) médio situou-se em R$ 1.839 por metro quadrado (crescimento também de 4,6%).

A estrutura de capital do CPSH11 permaneceu estável, com alavancagem em 7,2% do patrimônio líquido, representada por R$ 101,4 milhões em quatro séries de certificados de recebíveis imobiliários indexados ao CDI. O fundo manteve posição de caixa líquido credora de R$ 512,8 milhões, sustentada por R$ 431,3 milhões em liquidez imediata e tática somados aos direitos creditórios de vendas parceladas. No mercado secundário, o valor de mercado da cota subiu 2,0%, de R$ 9,62 para R$ 9,81, ajustando a relação preço sobre valor patrimonial para 0,86, enquanto a base de cotistas expandiu 2,6%, alcançando 39.675 investidores.

Resumo feito por IA a partir do documento original; pode conter erros, verifique as informações.

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