No relatório de junho de 2026 do CCME11 a cota de mercado caiu para R$ 8,70 enquanto a patrimonial subiu para R$ 10,68, resultando em P/VP de 0,81, ante 0,85 no mês anterior. O retorno total desde o IPO avançou de 39,6% para 41,0%. A alocação mostrou leve ajuste, com FIIs subindo de 8% para 9% do PL e caixa reduzindo de 22% para 21%, mantendo CRIs em torno de 43% e imóveis em 26%.
A gestora distribuiu R$ 0,086 por cota em junho, igual ao mês anterior, e manteve o guidance de R$ 0,084 a R$ 0,088 por cota para julho a setembro, com cenário-base em R$ 0,086. A reserva de resultados acumulados permanece em R$ 0,10 por cota. No mês de maio o resultado gerencial foi de R$ 0,087 por cota.
Entre maio e junho o fundo comprou R$ 7,5 milhões em cotas do BRCR11, fundo de escritórios em São Paulo e Rio de Janeiro, com tese baseada em dividend yield estimado de 11%, NOI yield de 12,5% a preços atuais e desconto relevante em relação ao valor intrínseco dos imóveis. No relatório anterior haviam sido vendidas as posições em MCCI11 e RBRY11 no valor de R$ 16,5 milhões.
No KASA Vila Olímpia a ocupação recuou de 76% em abril para 74% em maio, enquanto o aluguel médio se manteve em R$ 114 por m². No Shopping Jardim Sul as vendas de abril caíram 5,2% ante o mesmo mês do ano anterior por efeito de calendário de Páscoa, mas o NOI cresceu 15% na mesma comparação e o acumulado de janeiro a abril de 2026 registrou alta de 8%.
A carteira de CRIs segue com 17 ativos e taxa média marcada a mercado de CDI + 2,6% ou IPCA + 9,6%, com duration de 2,5 e LTV de 53%. O portfólio de FIIs e ações apresentou rentabilidade de +0,1% em maio, mantendo o acumulado desde junho de 2022 em +58,3%, superior ao IFIX em 20,7 pontos percentuais.