No relatório de abril 2026 do BTLG11, a vacância financeira do portfólio caiu de 2,9% em março para 2,6%, impulsionada por movimentações comerciais no mês. No ativo BTLG Navegantes, houve a segunda renegociação revisional, com aumento de 31% no aluguel, atualizando um contrato antigo. No BTLG Cajamar I, que representa 4% da receita, o contrato foi renovado por 10 anos com reajuste de 20%, mantendo multas rescisórias acima da média. No BTG Log Cabreúva, uma nova locação de 4.603 m² por 60 meses reduziu a vacância local de 36% para 24%.
O fundo distribuiu R$ 0,81 por cota, ante R$ 0,80 em março, com dividend yield anualizado de 9,4% sobre o preço de fechamento de março, comparado a 9,3% antes. A cota de mercado fechou em R$ 103,35, de R$ 103,70, e a cota patrimonial em R$ 102,51, de R$ 102,69, com valor patrimonial estável em R$ 5,5 bilhões. Número de cotistas subiu para 469.777, de 462.182, enquanto ADTV mensal caiu para R$ 11,8 milhões, de R$ 16,4 milhões, e volume mensal para R$ 258,8 milhões, de R$ 296,2 milhões.
O BTLG11 iniciou a 16ª emissão de cotas em 23/04, com oferta base de R$ 1,6 bilhão para aquisições, período de preferência de 30/04 a 13/05 e subscrição até 26/05. Em 16/04, quitou a última parcela de R$ 661 milhões do Portfólio Prime (13 ativos em SP), restando apenas R$ 50 milhões para Osasco e Mauá II no fim de 2026; no relatório anterior, essa parcela de 2T26 de R$ 614 milhões ainda constava. LTV permaneceu em 3,2%, com saldo de CRIs em R$ 153,7 milhões, de R$ 155,9 milhões.
A carteira segue com 34 imóveis e 1,435 mil m² de ABL, 92% em SP, 95% logística, 97% indexado a IPCA e WAULT de 5 anos. Rentabilidade em 2026 até março foi de 2,0% para BTLG11 ante 2,5% do IFIX, comparado a 2,6% vs 3,6% até fevereiro.