No relatório de maio de 2026 do BTLG11 o fundo destacou a locação de dois módulos no ativo BTLG Ribeirão Preto somando 6,6 mil m² de ABL com ganho real de 39% em relação ao contrato anterior mantendo a vacância zerada no imóvel.
O gestor comunicou também a assinatura de memorando de entendimentos não vinculante para a possível venda de três ativos dois em São Paulo e um em Pernambuco totalizando 102,6 mil m² de ABL com lucro estimado de R$ 1,56 por cota equivalente a ganho de capital de 36% e TIR aproximada de 17% ao ano.
A 16ª emissão de cotas avançou com o encerramento do período de direito de preferência e a integralização de cerca de R$ 199 milhões durante o mês.
Em relação ao relatório de abril o número de cotistas do BTLG11 subiu de 469,8 mil para 476,5 mil enquanto o LTV caiu de 3,2% para 2,8% e o volume mensal de negociações reduziu de R$ 258,8 milhões para R$ 229,7 milhões.
A cota patrimonial passou de R$ 102,51 para R$ 102,47 e a cota de mercado de R$ 103,35 para R$ 103,60 mantendo o dividend yield anualizado em 9,4% com distribuição de R$ 0,81 por cota.
O portfólio permaneceu com 34 imóveis 1,435 milhão de m² de ABL 92% concentrados em São Paulo e vacância financeira estável em 2,6%.
O gestor informou que o processo de reavaliação patrimonial dos ativos terá resultado divulgado na competência de junho.