No relatório de julho de 2026 do BTLG11, a principal novidade foi a conclusão da 16ª emissão de cotas, com captação de R$ 1,81 bilhão e emissão de cerca de 17,6 milhões de novas cotas, superando o alvo inicial de R$ 1,6 bilhão devido à demanda. Os recursos permanecem aplicados em renda fixa enquanto a gestão busca alocação em ativos do pipeline, com comunicações futuras à medida que as aquisições forem concluídas.
O valor patrimonial do BTLG11 subiu para R$ 7,43 bilhões, ou R$ 107,04 por cota, após a reavaliação anual dos imóveis, que elevou o valor dos ativos de R$ 5,15 bilhões para R$ 5,44 bilhões, uma valorização de 5,72%. Entre os destaques, o BTLG Navegantes registrou alta de 26,2% no valor após reajuste de 31% no aluguel, e o BTLG Cajamar I teve renovação por 10 anos com aumento de cerca de 20%. Em contrapartida, o BTLG Embu apresentou desvalorização de 5%, ligada à vacância de 32% no ativo.
A distribuição de rendimentos se manteve em R$ 0,81 por cota, com dividend yield anualizado de 9,5% sobre o preço de fechamento de junho, ligeiramente acima dos 9,4% reportados no mês anterior. A vacância financeira permaneceu em 2,1%, e o LTV caiu para 2,0% contra 2,1% em junho. O número de cotistas cresceu para 505.908, ante 501.290 no relatório anterior.
No período de julho não foram registradas novas movimentações comerciais no portfólio, diferentemente de junho, quando ocorreram renovações e uma nova locação. A carteira segue com 34 imóveis e 1,435 milhão de m² de ABL, com 92% dos ativos em São Paulo. O valor de mercado do BTLG11 ficou em R$ 7,3 bilhões, com cota a R$ 102,33.