No relatório de fevereiro de 2026, referente a janeiro, o BTCI11 registrou valor de mercado de R$ 931,5 milhões e patrimônio líquido de R$ 1,01 bilhão, com cota de mercado em R$ 9,36 e cota patrimonial em R$ 10,12, comparado a R$ 929,5 milhões de mercado e R$ 999,9 milhões de patrimônio no relatório anterior de dezembro de 2025. O dividend yield de mercado caiu para 12,6% ao ano ante 13,2%, e o patrimonial para 11,6% ante 12,22%, enquanto o número de cotistas subiu para 203.083 de 198.581, e o ADTV aumentou para R$ 2,4 milhões de R$ 1,7 milhão.
A distribuição de rendimentos de janeiro foi de R$ 0,093 por cota, equivalente a 1,04% mensal sobre mercado, menor que os R$ 0,097 de dezembro. A receita de CRIs cresceu para R$ 8,3 milhões (R$ 0,08 por cota) ante R$ 6 milhões em dezembro, enquanto receita de FIIs caiu para R$ 1,4 milhão (R$ 0,014) de R$ 1,6 milhão, e de caixa para R$ 0,2 milhão de R$ 0,3 milhão; total de receitas subiu para R$ 9,8 milhões, com lucro líquido de R$ 9 milhões e resultado acumulado de R$ 13,9 milhões.
O gestor reportou alocação de 83,2% do patrimônio em 28 operações, ante 83% em 40 no mês anterior. Em janeiro, foram adquiridos no secundário o CRI Direcional Carteira (R$ 51,2 milhões, IPCA + 9,065%, pulverizado com 15% subordinação e fundo de reserva de R$ 5 milhões) e CRI MRV Flex (R$ 7 milhões, IPCA + 10,439%, LTV 56%), além de alocações táticas de carrego aprovadas pela equipe de risco. No portfólio, CRIs somam 76,9% (R$ 774,3 milhões), FIIs 15,5% (R$ 156,4 milhões) e renda fixa 7,2% (R$ 72,6 milhões a 85% do CDI); spread médio IPCA + 9,71% ante +9,9% anterior.
Nos segmentos, logístico representa 42,1% ante cerca de 45%, e residencial 9,9% do PL, estável em linha com o crescimento de 10,6% no VGL de 2025 pelo setor segundo CBIC. A composição por indexador segue com 95% IPCA, e duration com 58% acima de 5 anos. O gestor destaca perspectiva positiva para FIIs com IFIX +2,17% em janeiro, e foco em originação de novos ativos para realocar caixa.