No relatório de fevereiro/2026 do BTAL11, o valor de mercado das cotas subiu para R$ 89,11, totalizando R$ 533 milhões, contra R$ 86,80 e R$ 519 milhões em janeiro. O valor patrimonial por cota caiu ligeiramente para R$ 115,74 de R$ 116,00, com total de R$ 692 milhões ante R$ 694 milhões. O dividend yield anualizado recuou para 13,47% de 13,82%, enquanto o rendimento distribuído permaneceu em R$ 1,00 por cota, com pagamento previsto para 25 de março.
A receita bruta totalizou R$ 5,2 milhões (R$ 0,87/cota), acima dos R$ 5,1 milhões (R$ 0,86/cota) de janeiro, com resultado líquido de R$ 4,7 milhões (R$ 0,78/cota) versus R$ 4,5 milhões (R$ 0,76/cota). A receita imobiliária cresceu para R$ 3,905 mil de R$ 3,835 mil, e a renda fixa para R$ 1,301 mil de R$ 1,286 mil. O caixa encerrou em mais de R$ 136 milhões, contra R$ 137 milhões no mês anterior.
O gestor confirma a aprovação da transformação em FIAGRO, já mencionada em janeiro, e mantém a estratégia em logística e infraestrutura agroindustrial. Avança na estruturação de novo investimento, com conclusão esperada até abril e impacto projetado de R$ 0,05 por cota mensal na geração de resultado. Reforça expectativa de distribuição mínima de R$ 1,00/cota, via regime contábil por competência, usando rentabilidade acumulada. Continua o processo de desinvestimento da SPE Santo Antônio, que elevará o caixa para novas alocações.
A carteira permanece com 11 ativos (9 imóveis e 2 CRIs), valor total de R$ 555 milhões, cap rate médio de 11,2% e WAULT de 6,8 anos, sem alterações na composição por tipo de ativo, locatário, contratos (100% atípicos indexados a IPCA) ou vencimentos. Número de investidores caiu para 37.843 de 38.037, e ADTV manteve R$ 0,7 milhão.
A rentabilidade mensal do BTAL11 foi de 2,7%, superando IFIX (1,3%) e CDI líquido (0,8%); em 12 meses, 6,1% ante 3,6% do IFIX. O IPCA de fevereiro acelerou para 0,70% (acumulado 12m em 3,81%), contra 0,33% em janeiro (4,44% acumulado).