No mês de junho de 2026 o BTAL11 apresentou valor de mercado de R$ 509 milhões, equivalente a R$ 85,00 por cota, contra R$ 525 milhões e R$ 87,79 por cota no mês anterior. O valor patrimonial ficou em R$ 687 milhões ou R$ 114,79 por cota, marginalmente abaixo dos R$ 689 milhões e R$ 115,17 registrados em maio. O número de investidores caiu de 37.278 para 36.980, enquanto o ADTV recuou de R$ 0,6 milhão para R$ 0,5 milhão no mês.
O caixa do BTAL11 diminuiu de R$ 132 milhões, ou 19% do patrimônio líquido, para R$ 20,5 milhões, ou 3% do PL. A redução decorreu de uma alocação de R$ 110 milhões em títulos privados de baixo risco de crédito com retorno médio de CDI mais 1,6% ao ano. A posição em renda fixa passou a contribuir com R$ 0,24 por cota no resultado do mês.
A receita bruta total do BTAL11 em junho atingiu R$ 5,4 milhões, ou R$ 0,90 por cota, ante R$ 5,1 milhões ou R$ 0,86 por cota em maio. O resultado líquido após despesas subiu para R$ 4,7 milhões ou R$ 0,78 por cota, contra R$ 4,5 milhões ou R$ 0,75 por cota no mês anterior. A distribuição manteve-se em R$ 1,00 por cota, elevando o dividend yield anualizado para 14,12% sobre o valor de mercado, contra 13,67% registrados em maio.
O WAULT do BTAL11 recuou de 6,7 anos para 6,6 anos, mantendo-se 100% a carteira com contratos atípicos e indexados ao IPCA. A parcela de receita imobiliária contratada com vencimento entre 2031 e 2035 continuou em 72,8%. A composição por tipo de ativo e por perfil de locatário não apresentou alterações relevantes entre os dois meses.
A rentabilidade mensal do BTAL11 foi de -3,2% em junho, contra -1,7% em maio. No acumulado de 2026 a performance ficou em 1,2%, abaixo dos 4,5% acumulados até maio. O IPCA de junho atingiu 0,16%, inferior à variação de 0,58% observada em maio.