No relatório de julho de 2026 do BTAL11, a receita bruta total alcançou R$ 5,7 milhões, ou R$ 0,96 por cota, contra R$ 5,4 milhões ou R$ 0,90 por cota em junho, com o resultado líquido subindo para R$ 5,2 milhões ou R$ 0,86 por cota. A distribuição manteve-se em R$ 1,00 por cota, elevando o dividend yield anualizado para 14,27% sobre o valor de mercado, ante 14,12% no mês anterior. A alocação de R$ 110 milhões em títulos privados com retorno de CDI mais 1,6% ao ano, realizada em junho, completou seu primeiro mês integral de contribuição em julho, elevando a parcela de renda fixa para R$ 1,726 mil no resultado do mês.
O valor de mercado do BTAL11 recuou de R$ 509 milhões para R$ 503 milhões, com a cota passando de R$ 85,00 para R$ 84,09, enquanto o valor patrimonial permaneceu estável em torno de R$ 687 milhões. O número de investidores diminuiu de 36.980 para 36.652 e o ADTV caiu de R$ 0,5 milhão para R$ 0,4 milhão. O caixa encerrou em R$ 19,1 milhões, equivalente a 3% do patrimônio líquido, ligeiramente abaixo dos R$ 20,5 milhões de junho.
A carteira de ativos manteve-se inalterada, com 11 ativos, WAULT de 6,6 anos, 100% de contratos atípicos indexados ao IPCA e capacidade estática de 450 mil toneladas. A Fazenda Santo Antônio continua destacada como ativo que, uma vez desinvestido, liberaria caixa para realocação com potencial de gerar R$ 0,06 adicionais por cota mensalmente. A rentabilidade mensal do BTAL11 foi de -1,1%, superior aos -3,2% de junho, enquanto no acumulado de 12 meses alcançou 7,4%, acima dos 4,6% registrados no relatório anterior.