No relatório de junho de 2026 do BROF11, a taxa de ocupação dos imóveis subiu para 90,6%, ante 87,5% em maio, após o início da vigência em 1º de junho da expansão contratada com a SBM do Brasil, que adicionou 3.031,07 m² no Edifício Passeio Corporate. Com isso, a vaga física caiu de 12,5% para 9,4%. A nova locação da SBM é composta por duas áreas: uma de 2.305,73 m² por 36 meses e outra de 725,34 m² por 12 meses, elevando a ocupação total da SBM no imóvel para 8.476,63 m². A ocupação do E-Tower permaneceu em 95,33%.
O rendimento distribuído foi de R$ 0,57 por cota, gerando yield anualizado de 10,7%, ligeiramente abaixo do 0,56 e 12,3% de maio, reflexo da alta no preço da cota. No mês, a cota do BROF11 registrou valorização de 18,54% ajustada pelo rendimento, revertendo a queda de 11,48% observada em maio. No ano, o desempenho acumulado atingiu 19,84%, contra 1,88% no mês anterior, enquanto nos 12 meses chegou a 35,39%, frente a 22,03% até maio.
O valor patrimonial do BROF11 fechou junho em R$ 1.258,9 milhões, ou R$ 108,42 por cota, contra R$ 1.275,1 milhões e R$ 109,82 em maio. O valor de mercado subiu para R$ 745,4 milhões, ou R$ 64,20 por cota, com P/VP de 59,2%, superior aos 49,8% do mês anterior. O número de cotistas recuou de 11.096 para 10.915, e o volume financeiro médio diário caiu de R$ 1,7 milhão para R$ 1,2 milhão.
A reavaliação do Passeio Corporate resultou em ajuste negativo de 0,66% no valor justo do ativo, que passou de R$ 1.196,3 milhões para R$ 1.188,4 milhões. O LTV se manteve em 13,0%, com saldo do CRI em R$ 187,1 milhões após a amortização parcial de R$ 40 milhões realizada em abril. O prazo médio dos contratos continua em 5,7 anos, com 89% das receitas de locação vencendo após 2029.
A projeção de rendimentos para 2026 permaneceu entre R$ 0,54 e R$ 0,58 por cota, sem alteração de premissas em relação ao relatório de maio. Os comunicados ao mercado incluíram os avisos de pagamento de proventos e o informe mensal, além do relatório do BETW11.