No relatório de março/2026 do BROF11, o rendimento distribuído foi de R$ 0,58 por cota, superior aos R$ 0,56 de fevereiro, com dividend yield anualizado em 11,6% contra 10,7% no mês anterior, alinhado à projeção da gestão.
Foi firmada nova locação com a Kantar IBOPE para 441,44 m² no Edifício Passeio Corporate, contrato assinado em março com vigência a partir de 1º/1/2026 e prazo de 5 anos.
Recebida notificação de rescisão antecipada pela Macquarie de 627,69 m² no Edifício E-Tower, com aviso prévio de 6 meses e previsão de pagamento de multas e devoluções; em fevereiro, havia notificação similar da Biogen para 1.176,73 m² no mesmo imóvel, com data ainda pendente.
Como evento subsequente, em 7 de abril ocorreu amortização parcial de R$ 40 milhões no CRI E-Tower, com multa de R$ 1,159 milhão, reduzindo o saldo devedor para R$ 183,4 milhões ante R$ 224,2 milhões em fevereiro, baixando o LTV para 12,8% contra 15,6%.
A vacância física caiu para 10,3% de 10,8%, com ocupação geral em 89,7% versus 89,2%; no Passeio Corporate subiu para 89,1% de 88,6%, enquanto E-Tower manteve 95,3%; prazo médio de contratos em 5,7 anos ante 5,8 anos.
O valor patrimonial ficou em R$ 1.277,9 milhões (R$ 110,06/cota), ligeiramente abaixo dos R$ 1.278,9 milhões (R$ 110,14/cota) de fevereiro; caixa subiu para R$ 53,4 milhões de R$ 52,8 milhões.
Receita de locação em março foi R$ 7,869 milhões, acima dos R$ 7,802 milhões de fevereiro; resultado líquido para distribuição de R$ 6,963 milhões (R$ 0,60/cota) ante R$ 6,535 milhões (R$ 0,563/cota).
A cota do BROF11 variou -3,80% ajustada por rendimentos em março, ante +5,16% em fevereiro, acompanhando IFIX de -1,06%; P/VP em 54,4% versus 57,1%, volume médio diário R$ 443 mil contra R$ 637 mil; número de investidores cresceu para 11.016 de 10.671.
Na projeção 2026, o dividendo médio esperado segue R$ 0,56/cota, com limite superior atualizado para R$ 0,58 incluindo março.