No relatório de maio de 2026 do BRCO11, a vacância física do portfólio caiu para 7,4%, ante 11,0% registrado em abril de 2026. A redução ocorreu principalmente pela locação total do imóvel Bresco Embu, que estava 100% vago no mês anterior e agora apresenta zero vacância após assinatura de contrato com a Expresso 3300.
O imóvel Bresco Canoas manteve 53% de área vaga, com conversas iniciais em andamento para cerca de 14 mil m². O Bresco Resende, entregue em março de 2026 e ainda com 100% de vacância, registra conversas avançadas para locação integral.
A receita anual estabilizada contratada subiu de R$ 212 milhões em abril para R$ 217 milhões em maio. A receita imobiliária mensal (critério caixa) aumentou de R$ 21,1 milhões para R$ 21,7 milhões, reflexo do registro integral do aluguel do Bresco Simões Filho.
O prazo médio remanescente dos contratos recuou de 4,8 para 4,7 anos, enquanto a proporção de contratos atípicos passou de 37% para 36%. A participação de inquilinos com grau de investimento caiu de 77% para 76%. O portfólio segue com 14 propriedades, 591 mil m² de ABL e potencial de expansão de 15%.
O BRCO11 anunciou distribuição de R$ 0,95 por cota em maio, equivalente a dividend yield anualizado de 9,6%, contra 9,7% no mês anterior. O lucro caixa mensal subiu para R$ 17,6 milhões, ante R$ 16,9 milhões em abril, e o fundo distribuiu 97,1% desse valor.
O balanço patrimonial mostrou leve redução no patrimônio líquido, de R$ 2.091 milhões para R$ 2.086 milhões, com caixa estável próximo a R$ 68 milhões. O endividamento por cessão de direitos creditórios apresentou saldo ligeiramente superior, com LTV em 12,0% contra 11,9% no mês anterior.