No mês de maio de 2026, o BODB11 distribuiu R$ 0,10 por cota no dia 08/06/2026, gerando um yield anualizado de 16,3% em relação à cota de mercado que fechou em R$ 7,90, enquanto a cota patrimonial atingiu R$ 8,37. O fundo, que investe principalmente em debêntures incentivadas de infraestrutura, registrou yield médio dos ativos de crédito privado em IPCA + 10,56%, com duration média de 5,7 anos e alocação de 106,8% nesse tipo de título. Desde o início, o BODB11 já distribuiu R$ 5,82 por cota, equivalente a 16,1% de yield anualizado, com proventos isentos de IR para pessoa física.
O portfólio contava com 49 posições de crédito privado em 10 setores, sendo 81,8% do patrimônio em ativos com rating A- ou superior. Em maio, o fundo iniciou posições em debêntures de Águas do Rio no valor de R$ 11,5 milhões, reforçou a exposição à Hidro Forte em R$ 3,7 milhões e reduziu investimentos na Iguá Rio de Janeiro em R$ 12 milhões. Houve remarcação favorável do ativo SCPT13, que gerou ganho de marcação a mercado equivalente a R$ 0,08 por cota, enquanto a exposição à MEZ Energia recebeu ajuste de precificação devido a desafios operacionais da companhia, parcialmente compensado por ganhos em outros papéis e uso de reserva acumulada.
O cenário macro trouxe IPCA de 0,58% em maio e projeção de 0,34% para junho, com abertura de spreads no mercado secundário de crédito privado impactando a marcação a mercado dos ativos do BODB11. O fundo encerrou o mês com patrimônio líquido de R$ 543 milhões e 24.539 cotistas, volume negociado de R$ 20,8 milhões e retorno acumulado superior ao da NTN-B de referência desde o lançamento, em linha com a meta de entregar entre 1,5% e 2,5% acima desse benchmark.